Arquivo mensal para 11/08

Inglaterra apóia a indústria publicitária diante da recessão

30/11/08

Está lá no Brand Republic: o governo britânico admitiu que se continuarem os cortes nos investimentos publicitários não se poderá manter o dinamismo da economía para combater a recessão. Com isso, a crise poderia conseguir o que a indústria publicitária não vem conseguindo com lobby: evitar as proibições e limitações impostas pelo governo sobre a publicidade de bebidas alcoólicas e a “junk-food”. Um ministro chegou a afirmar que “temos que observar o impacto que cada decisão que tomamos a partir de uma nova perspectiva. Não queremos piorar uma situação econômica já, por si, difícil”.

A situação é a seguinte: se a publicidade da denominada “junk-food” (fast-foods e outros alimentos empacotados) for proibida antes das 9 da noite, como pretende o governo, haveria um custo de 249 milhões de euros para as indústrias publicitária e de alimentação. A mesmo proibição sobre a publicidade de bebidas alcoólicas privaria a indústria e a  publicidade de mais de 124 milhões de euros. Mas há também os “contra”. Os “tories” (membros do Partido Conservador) querem que o corte ocorra na verba de comunicação do próprio governo.

Prêmio Catarinense de Propaganda: saiu a short-list!

26/11/08

Prêmio Catarinense de Propaganda 2008 ShorLlist

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Prêmio Catarinense de Propaganda: jurados em ação

25/11/08


Os jurados reunidos no Costão do Santinho. Da esquerda para a direita, Roberto Fernandez (presidente), Renato Fernandez, Rodrigo Pinto e Romero Cavalcanti.


Os jurados ouvem explicações de Elóy Simões, auditor do Prêmio.


Detalhe da infra-estrutura montada no Costão do Santinho.

Sinapro/SC transfere festa do Prêmio Catarinense de Propaganda

25/11/08

Em razão da catástrofe que se abateu sobre Santa Catarina, o Sinapro/SC resolveu transferir a festa de entrega do Prêmio Catarinense de Propaganda para o próximo dia 19 de dezembro, sexta, no Hotel Majestic, em Florianópolis.

Governo terá campanha para estimular consumo interno

25/11/08

Diante da crise financeira internacional, o governo federal decidiu não atuar apenas como agente econômico, mas também como incentivador do consumo para que o mercado interno se mantenha aquecido e os reflexos da turbulência tenham menor impacto na economia nacional. Com esse objetivo o Palácio do Planalto anunciou que em dezembro será lançada a campanha “O mundo aprendeu a confiar no Brasil e o Brasil confia nos brasileiros”. Sem dar informações sobre quanto será investido, o ministro da Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidência da República, Franklin Martins, ressaltou apenas que a idéia é manter a economia brasileira se movimentando.

Mas as ações publicitárias do governo não param por aí. Em março do ano que vem o presidente lançará em Nova York um kit de divulgação do Brasil. A campanha está estruturada na promoção do País no exterior. O desenvolvimento da marca Brasil será feito por uma das três agências de publicidade que atendem ao governo e a divulgação e meios de inserção do Brasil como notícia será tarefa da CDN, vencedora da licitação para comunicação externa do Brasil. Enquanto a campanha interna que entrará no ar em dezembro tem foco no consumidor brasileiro, a ação externa visa mostrar aos investidores que a economia brasileira cresce com sustentação, e, que é um bom lugar para se investir nestes tempos de crise. (MM)

As novas regras das licitações

23/11/08

Continua tramitando nas comissões da Câmara dos Deputados (com o tradicional e lento vai e volta de pareceres e emendas) o projeto do deputado José Eduardo Cardozo (PT/SP) que dispõe sobre normas gerais para licitação e contratação pela administração pública de serviços de publicidade. De um modo geral, a iniciativa foi bem recebida durante o IV Congresso. Entre as principais inovações, estabelece que a comissão julgadora deverá ser escolhida por sorteio em sessão pública (cinco membros sorteados em uma lista de quinze) e incluir, necessariamente, dois profissionais da área, sem vínculos diretos ou indiretos com o órgão ou ente licitante.

Outro ponto importante: os contratos de serviço de publicidade terão por objeto única e exclusivamente os serviços de publicidade vedada a inclusão des outros serviços, em especial os de assessoria de imprensa ou os que tenham por finalidade a realização de eventos festivos de qualquer natureza. Assim, acaba-se definitivamente com as sub-contratações.

Veja aqui a íntegra do projeto.

Cinco agências faturam mais de R$ 1 bilhão

22/11/08

Com um cliente como as Casas Bahia, o maior anunciante do Pais com orçamento bruto anual superior a R$ 2,5 bilhões, a Y&R mantém a liderança do ranking do Ibope Monitor na pesquisa realizada entre janeiro e outubro deste ano.

O faturamento da Y&R chegou a R$ 3,641 bilhões nesse período. Nos primeiros nove meses deste ano a Y&R teve faturamento bruto de R$ 3,2 bilhões. A segunda colocada, a JWT, contabilizou nos primeiros dez meses de 2008 R$ 1,527.703 bilhão, seguida da AlmapBBDO com R$ 1,453.276 bilhão, McCann Erickson com R$ 1.098.941 bilhão e DM9DDB com R$ 1.075.371. Nos primeiros nove meses de 2008 o mercado movimentou R$ 41,540 bilhões.

No ano passado o mercado movimentou R$ 51,8 bilhões contra R$ 39, 8 bilhões em 2006. A crise global que está tirando o pé do acelerador de investimentos de muitos anunciantes pode ter reflexos no resultado final de 2008. Os números de novembro e dezembro são aguardados com ansiedade. Os dados do Ibope Monitor acabam de ser divulgados apenas com as 50 primeiras colocadas.  As informações apuradas têm como base os preços cheios das tabelas dos veículos sem os descontos.

Acaert destaca raio X do mercado publicitário

21/11/08

A presidente reeleita da Acaert, Marise Westphal Hartke, reforçou a importância da pesquisa que está apurando o tamanho do mercado publicitário de Santa Catarina, realizada pelo Instituto Mapa para o trade de comunicação, dentre as quais o Sinapro/SC. “A pesquisa sobre o investimento no mercado publicitário catarinense é uma ferramenta fundamental não só para dimensionar o tamanho do negócio, como serve também para auxiliar as estratégias de comunicação e marketing dos anunciantes”, disse Marise. Segundo ela, trata-se de uma iniciativa pioneira, “num país carente de dados confiáveis”. Marise destacou que a Acaert é parceira da iniciativa desde a primeira pesquisa, incentivando as emissoras de rádio e televisão associadas a fornecerem as informações necessárias.

Conheça os jurados do Prêmio Catarinense de Propaganda

20/11/08

Hospedados pelo Sinapro/SC no resort Costão do Santinho e assessorados por Elóy Simões (na condição de auditor), os jurados do Prêmio Catarinense de Propaganda passarão este  fim de semana avaliando as mais de 600 peças inscritas. O presidente do júri será eleito pelos próprios membros.

Romero Cavalcanti
É redator. Atualmente na McCann Erickson, acumula passagens pela AlmapBBDO, JWT e Famiglia. Já ganhou 5 Leões no Festival de Cannes, 4 de prata e 1 de bronze, além de premiações em Festivais como Art Directors Club, London Festival,  El Ojo de Iberoamerica, e CCSP.  Em 2006, representou o Brasil na categoria Film do Young Creatives em Cannes. Seu último leão em Cannes 2008, de prata, com o filme Teste para Casa do Zezinho, foi Top 1 no Ad Forum, e circulou espontaneamente em correntes de e-mail e posts de inúmeros blogs. Já atendeu clientes como Unilever, Ford, HSBC, Kraft Foods, Smirnoff, Nestlé, Cadbury Adams, Reckitt Benckiser, Nova Schin, Volkswagen, Audi, Elma Chips, Bauducco, Johnson&Johnson, Quacker, Havaianas, Ambev, Pepsi e revista Veja.

Rodrigo Pinto
Foi diretor de criação da Paim Comunicação(Porto Alegre), redator da Lew, Lara, redator da Loducca,  Atualmente é redator da África. Principais clientes atendidos: Lojas Renner, Nokia, Banco Real, Peugeot, Natura, Topper, TIM, Nextel, Folha de S. Paulo, MTV e Itaú. Principais Prêmios: 3 Leões em Cannes, CCSP, London Festival, FIAP, Prêmio Abril Região Sul, Profissionais do Ano Região Sul.

Roberto Fernandez
Desde o início de 2006 dirige a criação da JWT São Paulo. Em 12 anos de carreira obteve diversos prêmios, entre eles seis Leões no Festival de Cannes, um Lápis de Ouro e um de prata no One Show, nove estátuas no Clio e Grand Prix no FIAP. Atuou em agências de Curitiba, como Master e Exclam, e de São Paulo, como AlmapBBDO e DM9DDB.

Renato Fernandez
É diretor de arte da AlmapBBDO há oito anos. Entre seus principais prêmios estão 9 leões em Cannes, 5 Clios, 2 London Awards, 3 ouros e um Grande Prêmio de Arte do Fiap, 2 ouros no El Ojo, 1 D&AD, 2 Prêmio Abril de Opinião do Leitor e 2 Grand Prix Nacionais do Colunistas, além de ser há 6 anos um dos 10 diretores de arte com mais peças no anuário do  CCSP. Criou para grandes clientes, como Havaianas, Volkswagen, Veja, Pepsi, Audi, Mizuno, Gol e TIM.

O raio X do mercado publicitário catarinense

20/11/08

Daniel Araújo
Presidente do Sinapro/SC

“Todo o publicitário sabe do valor das pesquisas para o negócio de seu cliente. Pesquisas podem proporcionar uma vantagem competitiva importante. Afinal, através delas podemos definir o posicionamento da marca de um determinado cliente, o público alvo de um produto, a concentração de anúncios nesse ou naquele horário. Enfim, no dia-a-dia, a análise de dados e as informações sobre o ramo de atuação de nossos clientes servem como um guia básico, sobre o qual agimos usando a criatividade e os conhecimentos e técnicas próprios de nossa atividade.

Para um mercado publicitário forte, as pesquisas também são fundamentais. Saber quem somos, quantos somos e quais os números e cifras que envolvem o nosso negócio é um passo decisivo em direção a um novo patamar para a propaganda catarinense. Estes números podem ser uma poderosa ferramenta de gestão para os empresários do setor e um instrumento de decisão vigoroso para os anunciantes. O raio x do mercado publicitário possibilitará um melhor planejamento de nossas ações. Afinal, ainda que visivelmente fortes e qualificadas, as agências locais não têm à mão dados confiáveis que possam ser usados na defesa dos interesses do setor ou em ações de valorização profissional. E sem saber quanta riqueza ou quantos empregos geram, como um determinado segmento pode querer ser visto pela sociedade como importante agente de desenvolvimento?

Diante desse cenário, ganha ainda mais importância uma ação como a pesquisa que o Sinapro/SC vem realizando em parceria com a ACAERT, a ADJORI, a ADI, a ABAP e o SINDEJOR para definir com maior exatidão o tamanho deste mercado. O projeto começou há três anos e já apresentou números sobre os gastos com veiculação publicitária e a divisão das despesas entre as diferentes mídias. Agora, uma nova etapa se inicia. E o objetivo é demonstrar quanto faturam e quantos empregos geram as principais agências de Santa Catarina.

Os números, colhidos e analisados pelo Instituto Mapa, que tem o compromisso de garantir o sigilo das informações repassadas pelos participantes, serão fundamentais para pesquisas sobre o setor e poderão ser “cruzados” com outros, colhidos em etapas anteriores da pesquisa, para termos um quadro mais claro sobre como funciona este mercado. O mais importante, porém, é que, ao final da pesquisa, todos ganharemos conhecimento que se traduzirá em ferramentas de importantes decisões, seja para nós publicitários, seja para veículos e anunciantes.”

Mercado questiona proibição da publicidade infantil

19/11/08

Representantes do setor de licenciamento, brinquedos e publicações infantis, e advogados especializados em propriedade intelectual se reuniram nesta quarta-feira, 19, para deliberar sobre ações práticas que visam evitar a aprovação do projeto de lei (PL) 5921/2001, dos deputados Maria do Carmo Lara (PT/MG) e Luiz Carlos Hauly (PSDB/PR), que propõe a proibição da publicidade de produtos destinados ao público infantil. O PL foi aprovado pela Comissão de Defesa do Consumidor em 9 de julho, mas ainda não tem data para ir a plenário. Dentre os principais pontos do PL estão a proibição de qualquer tipo de publicidade e de comunicação mercadológica dirigida ao público infantil, em qualquer horário e mídia, seja ela de produtos ou serviços relacionados à infância.

O evento, promovido pela Associação Brasileira de Licenciamento (Abral) no auditório da Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil (ADVB), na cidade de São Paulo, resultará num documento em defesa dos setores envolvidos e contra a aprovação do projeto de lei que será entregue aos autores e aos presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado.”Enquanto a crise econômica assola o mundo, o legislativo, ao invés de procurar soluções, está querendo coibir a publicidade infantil. Essa é uma lei espúria que irá obrigar a indústria a reduzir a produção e os postos de trabalho. Nem embalagens coloridas poderemos ter. Vamos nos blindar, não podemos deixar isso acontecer”, diz Sebastião Bonfá, presidente da Abral.

André Magalhães Pinto, secretário parlamentar e assessor especial do deputado federal José Aníbal se prontificou a levar as demandas do mercado à bancada do PSDB em Brasília. “O Bonfá irá me passar um briefing e a intenção é fazer uma blindagem contra o projeto de lei na Câmara. Vamos atuar para derrubá-lo”, afirma Magalhães Pinto. Na opinião de Synésio Batista da Costa, presidente da Associação Brasileira de Fabricantes de Brinquedos (Abrinq), este é mais um exemplo de projetos exóticos do congresso brasileiro. “Existem projetos para mudar a correnteza e o curso de rios e para dessalgar a água do mar brasileiro. O projeto não vai passar, mas tem um rito, isso vai demorar. CNI, Abert, Abrinq e mais algumas entidades estão capitaneando esse processo. Agora a Abral vai se juntar ao grupo”, destaca, lembrando que a próxima reunião dessa equipe será em fevereiro.

Marise Hartke será reeleita presidenta da ACAERT

19/11/08

Marise Westphal Hartke será reeleita para a presidência da Associação Catarinense de Emissoras de Rádio e Televisão – ACAERT. A entidade promove nesta quinta-feira (20) Assembléia Geral Ordinária, quando acontece a eleição da nova Diretoria Executiva. Marise encabeça chapa de consenso. O mandato é de dois anos. Na mesma ocasião, também tomará posse na presidência do Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão – SERT/SC, Rubens Olbrisch, da Antena 1, de Blumenau. Os dois eventos serão realizados no hotel Baía Norte, em Florianópolis.

BVs serão reconhecidos pelo CENP

19/11/08

No dia 1º de dezembro o Cenp vai apresentar oficialmente o Anexo C ao mercado. O documento passa a reconhecer os planos de incentivos dos veículos, conhecidos como BVs (Bonificações de Volume). Atualmente, as Normas-Padrão do Cenp contêm dois Anexos, o “A” e o “B”. O primeiro trata da estrutura profissional, técnica e dos recursos de mídia das agências. Já o “B” aborda o Sistema Progressivo de Serviços/Benefícios.

Íntegra do novo Anexo “C” - dos Planos de Incentivo

Os normativos dispostos neste anexo referem-se aos planos de incentivo tratados nos itens 4.1.,4.1, 4.2 e 4.10 das Normas–Padrão. Neste documento, as agências de publicidade são designadas simplesmente como agências, os veículos como veículos e os planos de incentivos como incentivos.

1. O incentivo como melhor prática terá como propósito o desenvolvimento do mercado publicitário, a qualificação técnico-profissional da agência objetivando sempre a excelência dos serviços que ela presta tanto a veículos como anunciante.

2. O incentivo é iniciativa unilateral do veículo sendo indevida a inferência externa de qualquer tipo, inclusive do Cenp. Dado o seu caráter de liberalidade, o veículo está livre para configurar o respectivo plano bem como para e não apenas: estabelecer critérios, objetivos, metas, âmbito, metodologia de aferição, duração, condições para habilitação, inclusão e exclusão de agência e estipular os frutos que poderão ser ou não de natureza monetária.

3. O incentivo vincula tão-somente o veículo instituidor e a agência por ele habilitada, sem que dessa relação empresarial resultem ônus para os clientes-anunciantes, os quais, por definição, não são parte dela.

4. As recomendações de mídia da agência basear-se-ão na boa técnica, prevalecendo esta sobre o escopo do incentivo, ressalvado sempre o direito de escolha do anunciante.

5. Os frutos proporcionados pelo incentivo constituem receita operacional da agência a ser regularmente escriturada e oferecida à tributação.

6. É lícito ao veículo e à agência guardar sigilo absoluto acerca do conteúdo do plano de incentivo e dos dados a eles relacionados inclusive perante o Cenp.”

Sinapro/SC levou mais de 300 convidados ao Cinesystem

18/11/08

Na noite de ontem uma platéia composta de publicitários, anunciantes e jornalistas lotou a sala do Cinesystem do shopping Iguatemi Florianópolis para assistir aos comerciasi vencedores do Cannes 2008. Numa iniciativa do Sinapro/SC, em parceria com o Estadão - representante do festival no Brasil, os convidados conheceram o que de melhor a propaganda mundial levou para o maior certame do setor. Daniel Araújo, presidente do Sinapro/SC, prometeu repetir a dose em 2009:

“Como presidente do Sinapro/SC, tenho o compromisso de proporcionar eventos que contribuam para o desenvolvimento de nosso mercado. Diante disto, entrei em contato com O Estado de São Paulo com o objetivo de realizar a primeira Mostra de Cannes do país aqui em Florianópolis. O Estadão concordou e honrou com a iniciativa. O evento realizado ontem, com foco no mercado publicitário, foi um sucesso. Nossa intenção é retomar esta iniciativa no ano que vem e trazer a mostra para Florianópolis em primeira mão. Na próxima vez, faremos numa sala maior para que possamos contemplar mais profissionais.” (Fonte: Acontecendo Aqui)

A era do “murketing”

18/11/08

Por diversas vezes já se decretou o aparecimento de um novo consumidor - exigente e imune aos apelos do marketing. Os membros dessa nova geração seriam quase inatingíveis pelas campanhas tradicionais e representariam o desafio do século para os marqueteiros de grandes corporações. Um livro recentemente lançado nos Estados Unidos chama a atenção por levantar um argumento quase oposto.

Escrito pelo jornalista Rob Walker, “Buying In” defende que os consumidores de hoje nunca estiveram tão predispostos ao consumo nem se engajaram de maneira tão intensa na construção das marcas. Walker explica que algumas marcas souberam perceber o novo comportamento e seguir essa tendência adotando duas táticas: tornando-se mais atentas às reações que vinham das ruas e optando por mensagens mais sutis em suas estratégias de persuasão.

O jornalista criou um neologismo para nomear o novo relacionamento entre empresas e consumidores - “murketing”, união das palavras marketing e murky (nebuloso, em inglês). O termo, segundo o autor, sintetiza uma relação em que as marcas se dedicam a construir uma relação de cumplicidade com o consumidor - em que as armas mais eficazes passam longe de campanhas convencionais na TV. (Leia o texto completo)