Arquivo mensal para 01/09

Catarinenses dão abraço de gratidão nos turistas

30/01/09

Depois da catástrofe provocada pelas fortes chuvas em Santa Catarina no final de 2008, o momento agora é de reconstrução. E o segmento turístico, um dos motores da economia, tem um papel fundamental nesta tarefa. Com o objetivo de incentivar a vinda dos turistas para o estado, o Sinapro/SC, como o apoio da Fenapro, lançou uma campanha nacional para demonstrar a gratidão dos catarinenses aos visitantes. Além da mídia especializada regional, a campanha também já repercutiu na mídia especializada nacional: PropMark, Meio&Mensagem e Portal da Propaganda. A entrevista em podcast foi realizada pela RNA - Rede de Notícias Acaert.

icon for podpress  Standard Podcast [2:14m]: Play Now | Play in Popup | Download

Jornais brasileiros crescem 5%

30/01/09

Mesmo na contramão das tendências no setor, a circulação de jornais no Brasil cresceu 5% em 2008. De acordo com o IVC o país alcançou média de 4,351 milhões de exemplares por dia (em 2007 a média foi de 4,144). A Folha se manteve na liderança, com share de 7,17% do mercado. Em 2007 o crescimento foi de 11,8% e, em 2006, de 6,5%.

Boas notícias do Brasil

28/01/09

Anunciantes, agências e veículos decidiram usar a propaganda para combater as más notícias sobre a crise econômica que também afeta o Brasil. Em coletiva realizada na manhã desta quarta-feira em São Paulo, as entidades - Fenapro, Abap,  ANER, ANJ, Abert, APP e Lide (Grupo de Líderes Empresariais), entre outras - anunciaram a criação da campanha “A gente anda, o Brasil anda”, apresentada como uma “moldura de boas notícias”.

A idéia é simples e objetiva: transmitir otimismo ao empresariado no momento em que fatos mostram a incerteza financeira. Para alcançar a meta, diferentemente de campanhas tradicionais, haverá um formato único para as ações de forma que mensagens que fujam do tema não entrem no contexto. Todas as peças que irão ao ar em rádio, revistas, jornais, TV, internet e mídia exterior e interior terão obrigatoriamente o mesmo modelo e assinatura, mas com a mensagem própria de cada marca.

Para se adequar ao briefing, basta a mensagem ser otimista e pertencer ao tema crise. Outra novidade é que será estendida ao mercado nacional e atingirá até empresas de pequeno porte que quiserem anunciar em seu mercado local.  O incentivo virá de todas as partes, em movimento de “jogo de ganha, ganha e ganha”. Os veículos de comunicação vão oferecer descontos para as marcas que aderirem. Em contrapartida, ganharão os anúncios que não fariam parte do plano da empresa. Por sua vez, a agência também sairá ganhando pelo fato de emplacar mais uma campanha e o próprio anunciante por conseguir transmitir sua mensagem com desconto não usual. Ou seja,  será uma ajuda relevante contra a crise.

Contribuição sindical patronal: prazo até sexta, 30

26/01/09

O prazo para pagamento da contribuição sindical patronal termina na próxima sexta-feira (30). Para gerar o boleto bancário (guia) é só clicar no botão ao lado e seguir as instruções. O documento é essencial para participação da sua agência em licitações e para a prestação de serviços às autarquias, empresas estatais e de economia mista. Evite multa e juros fazendo o recolhimento dentro do prazo.

Propaganda ou publicidade

24/01/09

Vez em quando as nossas meninas, secretárias do Sinapro/SC, recebem ligações com algumas questões curiosas. Uma delas é recorrente: “o sindicato é das agências de propaganda ou das de publicidade?”. A resposta certa: das duas! Porque, no Brasil, propaganda e publicidade são sinônimos e o uso fica a gosto do freguês. Por exemplo: os Sinapros são sindicatos de agências de propaganda. A Abap é uma associação de agências de publicidade. O IV congresso foi de publicidade, o III foi de propaganda. A confusão está até na legislação” “Art. 1º - São Publicitários aqueles que, em caráter regular e permanente, exercem funções de natureza técnica da especialidade, nas Agências de Propaganda, nos Veículos de Divulgação, ou em quaisquer empresas nas quais se produza propaganda.” Na Wikipédia está: “A publicidade é uma atividade profissional dedicada à difusão pública de idéias associadas a empresas, produtos ou serviços, especificamente, propaganda comercial.” No ensino, a zorra é total e acabaram resolvendo o problema na marra: o curso é de publicidade e propaganda. Particularmente gosto mais de publicidade, até porque todo os países de línguas latinas adotam “publicidad” ou “publicité”. Mas, enquanto não se decide, vamos levando assim.  Outra coisa: isso é realmente importante?

Pensata

22/01/09

“Para evitar críticas, não faça nada, não diga nada, não seja nada.”
Elbert Hubbard - filósofo e escritor norte-americando (1856-1915)

Agências travam batalha com setor de compras de seus clientes

22/01/09

Há tempos que o departamento de compras de diversas empresas entra em conflito com agências.  Cada vez mais preocupadax com os gastos e menos com os projetos, companhias de diversos setores estão escolhendo seus prestadores de serviços baseando-se no preço e na redução dos gastos inerentes às ações de marketing. Já é comum a rivalidade entre as agências de comunicação e os departamentos de compras quando há uma concorrência pela frente, e a ordem dos clientes é diminuir os gastos. Ainda mais em momentos de crise. As agências Bullet, Sun MRM, Copyright e Sunset, representadas por seus executivos, mostram como anda o relacionamento entre os setores de compras dos seus clientes. Porém, é difícil obter um parecer dos clientes que escolhem suas agências baseadas em preço. Leio o texto completo deste importante artigo de Thiago Terra, no Mundo do Marketing.

Menos propaganda e mais estratégia

22/01/09

Eis uma notícia que merece reflexão: o grupo WPP vai reorientar seu perfil diminuindo a ênfase nas operações de propaganda e mídia tradicionais para se voltar mais para estratégia e insight. Foi o que disse ontem Martin Sorrell em discurso na International Advertising Association, em Londres. Ele acredita que a mudança no foco vai distanciar o WPP de seus concorrentes históricos - os grupos Omnicom, Interpublic e Publicis - e levar a companhia na direção de empresas como Nielsen, Ipsos e também Thomson-Reuters e Bloomberg. “Os cliente não vao fazer nada no futuro se não tiverem justificativas quantitativas para o que fazem”, afirmou. “Nós podemos não gostar disso - a criação das agências certamente não vai gostar - mas é para onde o mundo está indo”.  Sorrel não é o primeiro a propor esse novo “modelo”.

Premiação da Produtora do Ano: esclarecimento necessário

19/01/09

Como foi amplamente comentado, a inscrição do portfólio da produtora Sanguebom, ganhadora do prêmio de Produtora do Ano, estava em desacordo com a norma de “abrangência” do regulamento. Quando a polêmica surgiu, os diretores da produtora entraram em contato com a organização do Prêmio e concordaram em rever a questão. Assim que a diretoria do Sinapro/SC voltou das férias de fim de ano, constatou-se que realmente havia um problema com relação às peças inscritas, mas , em momento algum, a Sanguebom agiu com oportunismo ou má fé. Com certeza houve um erro de comunicação e interpretação do regulamento, como também alguma desatenção na checagem do portfólio. Porém, depois que o erro foi confirmado, a produtora, numa elogiável atitude ética e coerente, devolveu o prêmio ao mercado, conforme carta enviada ao sindicato. Com isso, o prêmio de Produtora do Ano, fica à disposição do Sinapro/SC, que avaliará junto ao SantaCine se deverá ser julgado novamente ou se nesta edição ficaremos sem a premiação.

A carta da produtora SangueBom

“Florianópolis, 19 de janeiro de 2009

Ao
Sinapro/SC
Att: Adir Mazzuco Jr.
VP de Mercado

Prezado Mazzuco,

Após a polêmica a respeito da premiação da Sanguebom no IV Prêmio Catarinense de Propaganda, gostaríamos de esclarecer que nossa inscrição sempre teve o objetivo de prestigiar o mercado catarinense, pois percebemos nele qualidade criativa e de produção. Nosso primeiro comercial foi produzido para a Mercado Propaganda de Florianópolis ainda no ano de 2005, e de lá para cá temos o orgulho de dizer que temos realizado várias campanhas para importantes agências de Santa Catarina.
Antes de inscrevermos nossos trabalhos, entramos em contato com o SINAPRO/SC, para dirimirmos as dúvidas em relação à abrangência do evento, conforme destacado no regulamento: “O IV Prêmio Catarinense de Propaganda – 2008 - é destinado às áreas de publicidade/propaganda e tem como objetivo premiar os trabalhos mais criativos produzidos pelas agências associadas ao SINAPRO/SC e premiações especiais para a produtora de áudio, produtora de vídeo e fotógrafo do ano.“

Nosso questionamento foi se a classificação “premiações especiais”, colocada à parte, poderia incluir uma produtora sem sede local. Diante da resposta positiva do SINAPRO/SC, inscrevemos nossos filmes enviando todas as planilhas de veiculação como forma de enfatizar a lisura de nosso procedimento.

Reconhecendo que em nosso portfólio de inscrição constam quatro peças que não foram criadas por agências associadas ao SINAPRO/SC, portanto não estão de acordo com o regulamento quanto à questão “abrangência”, nos prontificamos a devolver ao mercado catarinense a premiação de Produtora do Ano.

Para finalizar gostaríamos de enfatizar que a inscrição destas peças se deveu a um erro de comunicação entre a Sanguebom e o Sinapro/SC.

Atenciosamente,

Cristiano Trein
Sócio diretor - Sanguebom Filmes”

Nota Oficial

16/01/09

O Sinapro/SC comunica que, nos termos do estatuto, o publicitário Bernardo Lopes, da associada BZZ Multicomunicação, encaminhou correspondência à presidência apresentando sua renúncia à  vice-presidência executiva. Ao agradecer a inestimável contribuição de Bernardo Lopes à entidade e ao trade da comunicação, a diretoria informa na próxima semana iniciará os procedimentos necessários ao preenchimento do cargo.

Florianópolis, 16 de janeiro de 2009

Mídia: a verba aumenta na TV paga

15/01/09

Um estudo da Beta Research com executivos de marketing dos Estados Unidos sugere que os anunciantes estariam propensos a direcionar maior parte da verba a redes de televisão por assinatura. Duas delas foram mencionadas por cerca de 45% dos profissionais como redes que devem atrair mais verbas, no caso, Discovery Channel e ESPN. A pesquisa analisou também quais os requisitos levados em conta para considerar o ambiente de programação da emissora favorável. A Beta focou na questão da retenção de audiência durante os comerciais, apontando que 50% dos executivos que negociaram com a ESPN e ABC Sports deram nota mínima de 4 para os formatos, em escala que vai até 5. (Adweek)

Web consolida posição

14/01/09

Com a explosão de fenômenos como YouTube, Google, redes sociais e a mania de todo mundo querer se ver na internet e buscar informação na rede, a web assumiu posição estratégica no plano de comunicação dos anunciantes e não dá mais para ficar fora dela – afinal, cerca de 65 milhões de brasileiros estão conectados à rede.

Apesar de concentrar ainda apenas 4,5% do investimento publicitário no País (em torno de R$ 1 bilhão), a previsão é de que dentro de dois anos a mídia online detenha 10% do bolo, à frente de meios tradicionais como o rádio e TV paga. Na Inglaterra, a estimativa é que neste ano os investimentos em publicidade na web ultrapassem a TV aberta. O movimento é irreversível e traz um cenário de transformações na relação das marcas com o consumidor e na forma de se comunicar que mexeu com o mercado em 2008 e deve mudar mais este ano.

Outro fato relevante é que as classes C e D agora também têm acesso à internet – hoje são mais de 90 mil lan houses no Brasil. Isso significa que a web deixou de ser uma mídia que alcança apenas as classes A e B. A crise econômica também promete favorecer a publicidade online este ano, já que o custo é menor.

Para os especialistas, 2009 também será o ano da implantação de projetos diferenciados tanto para internet como em mobile marketing, que praticamente engatinhou no último ano. “Este ano terá um caráter de experimentação com projetos diferenciados. O mobile marketing foi
pouco explorado e para este ano, promete ter novos formatos, liberação do consumidor para receber essa publicidade. (Leia matéria completa no PropMark)

Sarkozy manda tirar comerciais da TV pública

10/01/09

Nesta semana, pouco antes de o noticiário do canal público de televisão France 2 começar, uma mensagem entrou no ar lembrando os telespectadores que, a partir daquele momento, a programação noturna do horário nobre começaria 15 minutos mais cedo devido à proibição da propaganda. Desde 5 de janeiro não existem mais comerciais na televisão pública francesa a partir das 20h. Até 2011, eles deverão desaparecer por inteiro. A proposta de Nicolas Sarkozy, de “retirar os comerciais como forma de restaurar a qualidade da televisão pública do país”, foi aprovada pela Assembléia Nacional no final do ano passado.

“Se mantivermos os comerciais televisivos, estaremos nos submetendo à tirania da medição de audiência. E isso sempre significa a pior programação reduzida para os níveis intelectuais mais baixos”, afirmou Sarkozy ao anunciar suas reformas no começo do ano passado. “Para canais privados, tubo bem, mas a televisão pública deve ser diferente. Ela deve elevar o nível das pessoas e despertar sua curiosidade, consciência e inteligência”. Leia mais…

Paulo Roberto Guimarães

7/01/09

O Sinapro/SC registra com pesar o falecimento do publicitario Paulo Roberto “Paulinho” Guimarães ocorrido hoje. Paulo teve uma atuação extensa e brilhante na propaganda de Santa Catarina, quase sempre do lado dos veículos como diretor comercial. Passou pela RBS, TV Cultura (hoje RecordNews) e TVBV. Esteve também em agências, no Brasil e exterior. Até novembro passado gerenciou o comercial do jornal Notícias do Dia. Foi Publicitário do Ano em 82 no Prêmio Colunistas, o primeiro realizado em Santa Catarina.

Mercado faturou R$ 17,4 bilhões até outubro

6/01/09

O mercado publicitário cresceu 15% nos primeiros dez meses de 2008, em relação a igual período do ano passado. Fechados os números relativos ao mês de outubro do Projeto Inter-Meios, o faturamento dos veículos com publicidade chegou a R$ 17,4 bilhões (em torno dos US$ 8 bilhões), sendo que a TV aberta ficou com R$ 10,2 bilhões (58,5% do total), o que significa alta de 13,5%. O meio que mais cresceu foi a internet (47%), alcançando R$ 596,3 milhões (3,4% do total). TV por assinatura (29,6%), rádio (21,8%), cinema (21,6%) e revista (19,2%) também tiveram performances acima da média. O único desempenho negativo foi o de Guias e Listas (-10%). Os jornais avançaram 14,2%, enquanto a mídia exterior cresceu 7,5%.

P.S. Só para comparar:  na Argentina os investimentos em mídia em 2008 somaram 7,5 bilhões de pesos (US$ 2,17 bilhões), com um crescimento de 24% em relação a 2007. A TV aberta e os jornais ficaram com 75% do bolo. Mas, como aqui, foi a internet que cresceu mais (56%). Com esses números dá para afirmar que o mercado brasileiro de mídia é, pelo menos, quatro vezes maior que o argentino.