A FGV informou hoje que a confiança do consumidor brasileiro diminuiu em fevereiro para o menor patamar da série histórica do índice, iniciada em setembro de 2005. A queda foi de 1,4% sobre janeiro, para 94,6 pontos. Com o resultado, o indicador retoma a trajetória descendente iniciada em setembro passado, que havia sido interrompida pela relativa estabilização de janeiro, quando o índice variou 0,1% frente ao mês anterior.
Arquivo mensal para 02/09
O Sinapro/SC está novamente convocando as associadas para duas assembléias, uma ordinária e outra extraordinária. A convocação anterior da AGE, para 9 de março, foi cancelada para possibilitar uma agenda mais completa e aproveitar a ocasião para realizar também a AGO que irá eleger dois cargos da diretoria, entre outros assuntos da ordem do dia.
Assembléia Geral Ordinária e Assembléia Geral Extraordinária
O Sinapro/SC - Sindicato das Agências de Propaganda do Estado de Santa Catarina, CONVOCA todos(as) associados(as) para participarem da AGE que será realizada no dia 30 de março de 2009, com primeira chamada às 14h e segunda e última chamada às 14h30h, na Fiesc, Rodovia Admar Gonzaga, 2765, Auditório Multifuncional, Itacorubi, Florianópolis, SC, para tratar da seguinte ordem do dia:
ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA:
a) Nomeação das Diretorias Regionais;
b) Alteração do Estatuto;
c) Apresentação do Código de Ética;
d) Definição da política de reajuste da Tabela Referencial de Preços;
f) Apresentação das ações realizadas;
h) Assuntos gerais.
O presente edital se encontra arquivado na sede do SINAPRO.
ASSEMBLÉIA GERAL ORDINÁRIA:
a) aprovar as contas da Diretoria e Parecer do Conselho Fiscal sobre as mesmas;
b) aprovar orçamentos anuais, balanços e Pareceres do Conselho Fiscal sobre eles;
c) Eleições para substituição dos cargos de Vice – Presidente Executivo e Vice-Presidente de Finanças, em virtude da renúncia dos membros.
O registro dos associados proponentes às vagas deverá ocorrer no prazo máximo de 15 (quinze) dias contados da publicação deste edital, o qual será feito na secretaria do sindicato, que funciona das 8h30 às 12h e das 13h30 às 18h.
Caso seja necessário, a segunda votação ocorrerá no dia 31 de março de 2009, às 14h, e a terceira, no dia 01 de abril de 2009, às 14h, local – Fiesc – Rodovia Admar Gonzaga, nº 2765, Auditório Multifuncional, Itacorubi, Florianópolis, SC;
Florianópolis, 27 de fevereiro de 2009.
Daniel Carlos Andrade de Araújo
Presidente Executivo
O Ibope Monitor apurou que em 2008 o volume de autorizações de mídia no mercado brasileiro no ano de 2008 foi de R$ 58,11 bilhões. No ano anterior o faturamento das agências chegou a R$ 51,8 bilhões. O crescimento em relação ao ano passado é de cerca de 12%. A TV faturou R$ 29,83 bilhões e lidera o mercado com market share de 51%. Os jornais aparecem em segundo lugar com R$ 14,9 bilhões e participação de 26%. Em seguida, com 10% de participação de mercado, estão as revistas que tiverem faturamento de R$ 5, 55 bilhões. As TVs pagas estão em quarto lugar com R$ 4,82 bilhões de autorizações de publicidade e participação de 8%. O rádio aparece em quinto lugar com faturamento de R$ 2,55 bilhões e share de 4%. Os cinemas, com 1% de share, tiveram R$ 401,48 milhões de faturamento. O meio outdoor faturou R$ 55,29 milhões. O Ibope Monitor não divulgou os investimentos em internet. A pesquisa contempla os investimentos brutos sem descontos e planos de incentivo entre veículos e agências. O maior anunciante continua sendo as Casas Bahia com investimento bruto de R$ 3, 07 bilhões e a Y&R a maior agência, com faturamento bruto de R$ 4,55 bilhões.
Daniel Araújo e Mazzuco me ligaram satisfeitos: o Sinapro/SC também celebra a reativação do Clube de Criação de Santa Catarina, inativo desde 2002. O “renascimento” foi, de certa forma, induzido pelo Sinapro/SC quando da organização da 4ª edição do Prêmio Catarinense de Propaganda. Para comandar a reestruturação foi convocado José Raimundo Padilha (foto), diretor de criação da Fórmula. É um profissional consagrado, com intensa atividade no eixo São Paulo-Rio e há cerca de um ano em Florianópolis. Ele participa de um bate-papo, via Skype, onde conta as metas e desafios do seu trabalho com a colaboração dos seus companheiros de Clube. A diretoria temporária é formada por José Raimundo Padilha (presidente), Alessandro Novo, Alexandre Guedes, Carlo Manfroi, Rogério Alves, Edu Borges, Gustavo Menyou, Jaisson Pepes, Jonas Costa, Ricardo Pisani e Rodrigo Ramgrab. O exemplo desses criativos deveria ser seguido por outras categorias. Os mídias já têm seu clube e também os arte-finalistas e produtores. Espero que os planejadores e profissionais de atendimento também se organizem.
O Conselho de Ética, vinculado ao Sinapro/SC, reuniu-se na manhã de hoje (20) na sede do sindicato para dar início efetivo à suas atividades. Estiveram presentes quatro dos cinco membros: Christiane Hufenüssler, Elóy Simões, Oscar Queirolo e Francisco Socorro (presidente). O conselheiro Saulo Silva justificou sua ausência. Como não fazia parte da pauta da reunião nenhum caso a ser apreciado, o Conselho dedicou-se a revisar a metodologia de trabalho. O foco principal da discussão foi a necessidade de que qualquer denúncia de lesão ao Código de Ética seja feito formalmente, através de representação por escrito, permitindo-se o uso de e-mail. O Conselho se reunirá uma vez por mês.
“Engana-se quem acha que a publicidade catarinense saiu de um desempenho acima da média nacional, no último ano, direto para os braços da crise, em 2009. O mercado em Santa Catarina mostra fôlego não só para atravessar o período de turbulência, mas também para apresentar crescimento, mesmo em meio a todo o alarde internacional.” Leia a íntegra da entrevista com o presidente do Sinapro/SC, Daniel Araújo, no portal Acontecendo Aqui.
O Sinapro/SC será responsável pela coordenação da Comissão de Divulgação e Promoção do Comitê Consultivo do WTTC, Congresso Mundial de Turismo do World Travel & Tourism Council. O Comitê Consultivo é o órgão que reúne as entidades catarinenses envolvidas no trabalho de potencializar os resultados, para o estado, do maior evento mundial do setor, que vai ocorrer entre 14 e 18 de maio, no Costão do Santinho Resort, em Florianópolis. Além de reunir importantes empresários, o WTTC ainda vai receber 200 jornalistas estrangeiros. (AllPress)
Delfim Netto, publicitário
O ex-ministro da fazenda, Delfim Netto, foi o palestrante de um evento promovido pela DPZ no final de janeiro. Mostrou conhecimento da publicidade, especialmente em tempos de crise. Recomendo que você comente esses pensamentos com seus clientes:
- “Não podemos usar a história como referência segura já que é uma crise diferente, que não é da economia real, mas, normalmente, em 16 ou 20 meses a economia volta ao normal.”
- “A publicidade anda meio no contraciclo. Quem não acreditou nela até agora vais tentar usá-la para se socorrer.”
- “A publicidade serve para dar esperança e otimismo, não sem base, mas para mostrar como está a situação e como é possível corrigi-la.”
- As ações das grandes marcas não cairam tanto como as das outras que não trabalharam suas marcas anteriormente.”
- “Os empresários só investem se tiverem perspectiva de demanda e o indivíduos só compram se tiverem perspectiva de emprego. A publicidade cria as preferências dos indivíduos.”
- “O capitalismo foi a única forma que o homem encontrou de juntar a eficiência produtiva e a liberdade individual.”
- “A boa notícia é que o mundo não vai acabar.”
Dificuldades para novas agências
A evolução tecnológica, as rápidas mudanças de comportamento dos consumidores e a busca dos anunciantes por modelos operacionais alternativos ampararam, nos últimos anos, o lançamento de diversas agências no mercado brasileiro. Entretanto, os resultados dessas empreitadas costumam demorar mais que o desejado e acabam vitimando muitas delas, como ocorreu com a Famiglia, que comunicou seu fechamento na semana passada e a Bigman, que também não foi adiante, fazendo com que os ex-sócios começassem o ano com diferentes projetos.
Geralmente, as agências brasileiras nascem da vontade de desenvolver modelos operacionais alternativos, embaladas pelo entusiasmo dos profissionais envolvidos, muitos deles cansados de atuar em grandes empresas. Mas, com o passar do tempo, algumas se mostram inviáveis comercialmente. As incertezas geradas pelos desdobramentos da atual crise econômica mundial devem tornar mais árido o terreno para a abertura de novos negócios no ramo das agências. (Leia a matéria completa no M&M)
Cancelada a AGE de 9 de março
Atendendo orientação da assessoria jurídica e tendo em vista a necessidade de adequações no edital de convocação da AGE do Sinapro/SC, a assembléia foi cancelada e será convocada para nova data a ser oportunamente comunicada.
O Sindicato das Agências de Propaganda de Santa Catarina existe desde 1981. Embora nunca tenha havido um Código de Ética escrito, as questões éticas sempre foram objeto de discussões internas e os casos de conflitos têm sido, de alguma forma, solucionados pela Diretoria ou diretamente entre as partes envolvidas. Agora, em atendimento a uma antiga aspiração da categoria profissional, foi criado, por iniciativa da Diretoria, um Conselho de Ética. Autônomo, ele elaborou o Código, contendo os princípios éticos que deve reger a atuação de suas associadas.
O Código de Ética está apoiado em três pilares:
O primeiro, indica que se inspirou essencialmente no código da ABAP – Associação Brasileira de Agências de Publicidade, considerado modelo e referência até para outros países da América do Sul.
O segundo pilar pressupõe que as agências associadas, ao aderirem a ele, estão se comprometendo também em seguir toda a legislação que rege a atividade e respeitar integralmente as normas de auto-regulamentação estabelecidas pelo CONAR-Conselho Nacional de Auto-Regulamentação Publicitária (1978) e pelo CENP-Conselho Executivo das Normas-Padrão (1998). Assim, tanto a legislação vigente na área da Publicidade como o CONAR e o CENP passam a ser partes integrantes do Código de Ética do Sinapro/SC.
Um terceiro pilar é o de que, intencionalmente, o Código de Ética do Sinapro/SC procurou ser enxuto, minimalista, sem o fastidioso detalhismo que costuma permear esse tipo de documento. Acreditamos que quanto mais simples, mais fácil de ser entendido – e cumprido. Em suma, o Código contem as normas básicas que devem reger o relacionamento das Agências de Publicidade catarinenses com os clientes, veículos e fornecedores de serviços de comunicação. E, obviamente, entre si.
O nosso Código inclui também dois conceitos modernos: a Responsabilidade Socioambiental da Publicidade e a Responsabilidade da Publicidade para com os Consumidores quanto ao consumo responsável, consciente, e ao comportamento social.
O Conselho de Ética analisará também reclamações das agências associadas ao Sinapro/SC com relação às condutas consideradas antiéticas dos Clientes-Anunciantes, Veículos de Comunicação e de Fornecedores de Serviços Especializados em Comunicação.
Por último, mas não menos importante, cabe destacar que o Código de Ética zela pela imagem pública da publicidade como um negócio sério e indispensável para o desenvolvimento dos negócios. Deixa, também, absolutamente claro para os agentes do setor, que sem ética o negócio da publicidade não tem futuro e não terá o respeito da Sociedade.
Daniel Araújo
Presidente do Sinapro/SC
Francisco Socorro
Presidente do Conselho de Ética
Jornais de todo o Brasil estão se segurando como podem neste começo de ano. Estão na expectativa do que pode acontecer. Na semana passada, o IVC informou que a circulação dos jornais aumentou 5% em 2008 – número inferior a 2007 e 2008. Para este ano, não se podem fazer previsões. Sabe-se, porém, que a publicidade no meio deve permanecer estagnada. Apesar de um estudo do Zenith Optimedia, do Grupo Publicis, trazer previsões de um crescimento de 30% em 2009, para o mercado publicitário brasileiro, o vice-presidente da Fenapro, Humberto Mendes, diz que a previsão é um tanto otimista e pretensiosa. “O mercado pode crescer, mas acredito que não nesse nível. Esse é um momento que ainda não dá para prever o que vai acontecer”.
A Casas Bahia, a principal anunciante do mercado publicitário no Brasil, prevê a mesma meta de faturamento de 2008 para este ano, R$ 13,7 bilhões. O faturamento é o principal indicativo para o aumento da verba publicitária. A Ford, quinta maior anunciante do país, aumentou seus gastos com publicidade em 20% nos últimos três anos. Entretanto, para 2009, prevê revisão nos contratos. “Com a pressão dos custos, ainda estamos negociando os contratos, mas vamos manter os investimentos nessa área”, disse o gerente de marketing da Ford, Antonio Baltar. Os três maiores anunciantes do país (Casas Bahia, Unilever e Fiat) devem manter o mesmo nível de investimento do último ano.
Ricardo Nabhan, presidente da Fenapro, afirma que recente levantamento feito pela entidade com as agências regionais mostra que alguns estados começam a sentir mais os reflexos da retração econômica, como é o caso do Espírito Santo, em função das empresas de siderurgia, e do Pará e Paraná, basicamente por causa do setor do agronegócio, que reduziram seus investimentos. Mas o executivo destaca que a presença do poder público na mídia está garantindo a manutenção dos mercados regionais. “O grande anunciante desses mercados é o poder público”. Nabhan salienta que os Sinapros também estão buscando alternativas locais, no sentido de reunir representantes da indústria, dos veículos e de agências para buscar caminhos para melhores negociações e atenuar os efeitos da crise.
Francisco Gracioso*
Muitos publicitários da nova geração que trabalham hoje nos grupos de planejamento, atendimento e criação, têm se mostrado perplexos com as mudanças que estão ocorrendo na política de relacionamento entre as agências e os clientes, principalmente no caso de grandes contas, servidas por mais de uma agência. Essa política é discutida diretamente pelos escalões superiores e muitas vezes tornam-se incompreensíveis para quem está na linha de frente. Se pudéssemos resumir em uma frase as impressões que nos transmitem esses jovens, diríamos que os grandes clientes estão procurando flexibilizar cada vez mais as suas relações com as agências, evitando os compromissos de longo prazo e ficando com as mãos livres para agir diretamente nas novas arenas da comunicação. Não é novidade para ninguém que isto já ocorre há muito tempo na negociação e compra de mídia, agora centralizadas pelo próprio anunciante. Mas a novidade é que está ganhando força a prática da concorrência entre as agências que servem o mesmo cliente, praticamente na base do “job by job”. Cada nova campanha é colocada em leilão e vence quem faz (supostamente) a melhor proposta de planejamento e criação.
Uma diretora de planejamento com quem conversamos recentemente disse-nos que a praxe hoje é trabalhar três vezes mais, para obter o mesmo resultado.Crescem não só os custos internos das agências, mas também o sentimento de decepção e desconfiança em relação ao cliente. Não nos cabe discutir as razões, certamente válidas que levam alguns grandes anunciantes a proceder desta maneira, mas cabe-nos apontar as consequências negativas que advêm para a qualidade do trabalho das agências a longo prazo. Colocadas como são, em condições semelhantes às de qualquer fornecedor eventual, as agências dificilmente desenvolverão o sentido de responsabilidade estratégica que é essencial no relacionamento a longo prazo entre agência e cliente. Perde-se também a oportunidade de participação da agência num setor de crescente importância, como é a questão da marca de família e do posicionamento corporativo (“branding”). O anunciante vê-se obrigado a confiar esta tarefa a terceiros, muitas vezes consultores externos, ficando a agência na posição incomoda de quem recebe um prato-feito.
Dirão os mais céticos que é inútil deblaterar contra a escuridão. Esta flexibilização no relacionamento já está ocorrendo no mundo inteiro. Mas, teimosamente, erguemos nossa voz contra essa tendência, pois, em nossa opinião, o futuro da propaganda passa necessariamente pelo fortalecimento (e não pelo enfraquecimento) do papel das agências, como conselheiro estratégico dos seus clientes. Infelizmente, porém, quem analisa o atual panorama publicitário não vê, da parte das agências, uma reação à altura desta nova ameaça.
As agências mostram-se muito preocupadas com a preservação das bases de cálculo de sua receita tradicional, o que não deixa de ser justificável. Mas trata-se de um movimento defensivo e o que se exige agora é uma ação ofensiva, disposta a conquistar novos espaços no relacionamento com os clientes, antes que outros o façam. Para entender melhor do que estamos falando, os dirigentes das agências não precisam ir muito longe. Basta que façam como nós e conversem com mais frequência com a moçada que está na linha de frente.
Repetindo um conselho que já dei antes, o que se espera das agências de hoje é que elas sejam um misto de consultor estratégico, empresário de espetáculos e boutique criativa, temperado com uma boa dose de “branding”. Mas isto já é assunto para outra conversa.
*Ex-presidente e atual conselheiro da ESPM (Publicação autorizada)
A diretoria do Sinapro/SC está convocando as associadas para a Assembléia Geral Extraordinária que será realizada dia 9 de março, às 9 horas, na sede da entidade. Clique aqui para baixar o edital.
Então, era isso?
Um artigo de Stalimir Veira, no PropMark, merece leitura atenta e reflexão. Ele aborda a nova onda de delegar a amadores (ou principiantes) o trabalho criativo. As observações de Stalimir coincidem com o sucesso do comercial do Doritos no Super Bowl, criado por dois jovens desempregados.
“Está acontecendo um negócio curioso. Volta e meia, uma agência anuncia que está contratando uns meninos que inventaram uns troços numa garagem e a coisa pegou. Apanham os meninos e a garagem e colocam num espaço dentro da agência. Não lhes dão nenhuma função específica, eles apenas devem continuar no que estavam fazendo. Na verdade, estão ali para ser observados, porque suas iniciativas – bizarras ou não –, em tese, conseguem alcançar um público parecido com eles com quem os publicitários convencionais encanaram que não sabem como lidar. Ou seja, não dominam os códigos. E não dominando os códigos, não conseguem comunicar-se com eles e, portanto, não os motivam para a iniciativa de interesse dos clientes.” (Leia o texto completo no PropMark)









