Arquivo mensal para 04/09

Sinapro/SC e Yázigi fecham parceria

30/04/09

O Sinapro/SC e a escola de idiomas Yázigi assinaram acordo para estimular a qualificação dos
profissionais que atuam na propaganda. A parceria será desenvolvida em 13 cidades do estado, oferecendo benefícios como descontos de até 20% nas mensalidades e isenção na taxa de matrícula. Em maio, novas turmas serão iniciadas e, em julho, a rede irá oferecer cursos intensivos. As cidades são: Florianópolis, Blumenau, Criciúma, Araranguá, Jaraguá do Sul, Brusque, São José, Balneário Camboriú, Chapecó, Tubarão, Joinville, Rio do Sul e Lages e os preços diferenciados valem para todas as unidades do Yázigi nessas cidades.

A orientadora pedagógica do Yázigi Grande Florianópolis, Silvia Abreu, lembra que o aprendizado de idiomas “é uma importante ferramenta para que profissionais de segmentos altamente competitivos e dinâmicos, como o da propaganda”.  “Com esta parceria, queremos reforçar o compromisso do Sinapro-SC de ser um instrumento de valorização e formação dos profissionais de publicidade epropaganda, que a cada dia tem desafios maiores para lidar”, disse Daniel Araújo, presidente do Sinapro/SC.

Florianópolis Recebe

29/04/09

Nesta quinta-feira, 29, às 14:30, o diretor regional do Sinapro/SC para a Grande Fpolis, Kiko Silva, e Ernesto São Thiago, da ACIF, participam de entrevista ao vivo na rádio CBN/Diário. Falarão sobre a campanha “Florianópolis Recebe”, um mutirão de limpeza para preparar a cidade para o evento do WTTC. O projeto contou com o apoio do Sinapro/SC na sua concepção e planejamento, e também na criação das peças.

Publicidade americana preocupada com imagem do setor

29/04/09

A American Association of Advertising Agencies está preocupada com a imagem da publicidade e alertou as agências sobre a necessidade de melhorar a percepção do público sobre o setor. Ontem, durante a conferência anual da entidade, a presidente e CEO Nancy Hill anunciou que o nome da organização muda para 4A’s. Argumentou que “American” é uma limitação, já que os anunciantes têm negócios internacionais, e “Advertising Agencies” não reflete mais a realidade de empresas que oferecem outros serviços, como relações públicas. Segundo Hill, a publicidade “ainda luta por respeito na esfera pública” e referiu-se a uma pesquisa recente em que 66% dos americanos atribuem às agências parte da responsabilidade sobre a crise econômica. Eis aí um assunto que merece reflexão das entidades brasileiras.

Coca-Cola propõe remuneração por resultado

28/04/09

A Coca-Cola está propondo ao mercado anunciante que ele adote o modelo de remuneração por resultado como padrão. Pela ideia, se a performance da agência não atingir as metas, somente os custos serão cobertos, ao passo que, se o trabalho atingir alto grau de excelência, as margens de lucratividade podem chegar a 30%. O plano foi apresentado durante conferência da Association of National Advertisers (ANA), entidade que representa os anunciantes nos Estados Unidos. Com isso, as agências acostumadas com os lucros antes da entrega do trabalho poderão ter que se adaptar a uma nova realidade, onde nada será garantido. A mudança do atual modelo de fee fixo pago de acordo com as horas trabalhadas começou em cinco mercados no ano passado. O novo modelo estará em 35 países neste ano e deverá permear toda a relação da Coca-Cola com agências de publicidade e mídia por volta de 2011.

O conceito de remuneração baseada em rendimento é um assunto quente na indústria há pelo menos uma década, mas poucos anunciantes a adotaram de fato. Tradicionalmente, a definição do valor é trabalho da agência, que diz aos clientes quantas pessoas e quanto tempo serão necessários para cumprir um projeto. Sob o novo modelo, a Coca-Cola é que determinará o valor a partir de uma série de fatores, incluindo a importância estratégica do trabalho, o talento envolvido e se outras agências podem replicar o trabalho (se puderem, paga-se menos). Depois que esses fatores forem utilizados para se determinar o valor de um projeto, a performance e os resultados provenientes determinam o quanto a agência merece receber além dos custos (que são inflacionados em alguns casos). Se todos os públicos-alvos forem atingidos, o projeto pode render até 30% de lucro. Se nenhum for alcançado, o lucro é zero. (AdAge)

Campanha do Sinapro/SC prepara cidade para o WTTC

27/04/09

Reunidas em câmaras setoriais que têm a atribuição de preparar a cidade para o 9º Fórum Mundial de Viagens e Turismo do World Travel and Tourism Council (WTTC), que ocorre de 14 a 17 de maio em Florianópolis, a Associação Comercial e Industrial de Florianópolis (ACIF), a Fecomércio/SC, o Sebrae, o CDL, o Florianopolis Convention Bureau, o SESC e o Sinapro/SC estão lançando a campanha “Florianópolis Recebe”.

A iniciativa tem duas frentes de trabalho – uma liderada pela Câmara de Articulação e Mobilização Social e outra pela Câmara de Divulgação. Na próxima quarta-feira, 29, a Câmara de Mobilização promove reunião com a participação de líderes comunitários. Durante o evento, no auditório da Fecomércio, os participantes vão se comprometer a pôr em prática uma série de ações em cada comunidade. Essas ações deverão ser repetidas anualmente. “Como a criação do projeto foi motivada pela realização do WTTC, sua repetição anual será um dos legados que este evento de importância mundial deixará para a cidade”, diz Ernesto São Thiago, que é representante da ACIF no grupo.

Os cartazetes e flyers que serão entregues foram propostos pela Câmara de Divulgação, liderada pelo Sinapro/SC. Segundo o presidente Daniel Araújo. “o WTTC está servindo de estímulo para que inúmeras entidades trabalhem unidas. O Sinapro apostou nessa integração e estamos felizes por podermos contribuir para que a cidade colha os benefícios do evento”.

As peças têm como conceito “Quando todos se juntam a cidade fica muito mais limpa e pretendem estimular as pessoas a participar de um grande mutirão de limpeza e embelezamento das ruas previsto para ocorrer nos dias 8, 9 e 10 de maio.  “O Florianópolis Recebe é uma ação de sensibilização para todos os habitantes da capital cuidarem melhor da sua cidade. Com isso, todos estarão ganhando - nós, moradores, e os turistas, já que a idéia central é perenizar”, diz o diretor regional do Sinapro/SC, Kiko Silva. Para mais detalhes sobre a campanha, acesse o site www.florianopolisrecebe.com.br.

Bierstorm em Joinville

24/04/09

Os alunos do 7º semestre do curso de Publicidade e Propaganda do Ielusc, de Joinville, promoveram dia 22/04 o Bierstorm - primeiro encontro de cerveja e ideias. Veja matéria na página da Regional Norte.

Sinapro/Bahia cria prêmio para estudantes

24/04/09

Para homenagear os que obtiveram o melhor desempenho nos cursos de publicidade nas faculdades de Salvador, o Sinapro-Bahia criou o Prêmio Vagalume. A primeira a receber o prêmio foi a Faculdade da Cidade do Salvador e o aluno agraciado foi Jeferson Vieira dos Santos, que colou grau na sexta-feira, 17. A presidente do Sinapro-Bahia, Vera Rocha, participou da mesa diretora da formatura e passou às mãos de Jeferson o certificado do Prêmio Vagalume pelo seu desempenho no curso. Segundo Vera Rocha, “é de extrema importância destacar o desempenho daqueles que brilham desde cedo e que serão os futuros profissionais do mercado.”

A publicidade é um dever do governante

21/04/09

Um surpreendente bom exemplo vem da Espanha. Poucas vezes um governo apoiou tão expressamente o setor publicitário como o do Principado de Asturias.

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Aos sobrinhos de Tio Sam

20/04/09

“A língua inglesa facilita enormemente as definições e os conceitos. Exemplos: market = mercado/marketing = atuação no mercado. Merchandise = mercadoria/merchandising = atuação na mercadoria. Tentativas de se traduzir esses termos para o português não funcionaram. Na verdade, é inegável o pioneirismo e a capacidade dos americanos em estabelecer os primeiros conceitos, teorias e estudos do marketing. Afinal, o marketing nasceu do capitalismo e do livre mercado, cuja origem são os Estados Unidos. Mas o mundo mudou e vem se transformando muito rapidamente. Questionamentos são cada vez mais frequentes, principalmente nesses momentos de crise. E a pergunta que fica é: os americanos ainda são os papas do marketing?. Será que ainda devemos nos espelhar nos conceitos e premissas do marketing americano? Não está na hora de ligar a antena para outros lados?” (Alexis Thuller Pagliarini)

Jailson de Sá (Acontecendo Aqui)

16/04/09

Jailson de Sá, editor do portal Acontecendo Aqui, faz uma avaliação do mercado publicitário catarinense e relata os destaques do evento do Clube de Propaganda e Marketing que reuniu as lideranças das entidades do setor. O podcast teve também a participação de Francisco Socorro.


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Jailson de Sá (Acontecendo Aqui) Parte II

16/04/09

CD com gravação do evento
O CD com a gravação do evento do Clube de Propaganda e Marketing de Santa Catarina pode ser solicitado ao SINAPRO/SC.

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Sinapro/SC é parceiro do Projeto Futurus de inclusão social

16/04/09

O Sinapro/SC é o mais novo parceiro do Projeto Futurus, direcionado à orientação profissional a alunos do ensino fundamental e médio. A idéia é utilizar ferramentas tecnológicas para alcançar a inclusão social. “O Sinapro/SC tem especial interesse em participar de iniciativas com foco no social. Ao orientar e estimular os jovens a  fazer uma opção consciente na hora de entrar no mercado de trabalho, o Projeto Futurus está  em sintonia com as propostas de ação da nova diretoria do Sindicato”, afirma o presidente Daniel Araújo.

O Sinapro/SC, assim como outras entidades representantes de segmentos empresariais, fará parte de uma rede de inclusão profissional ligada ao projeto, fornecendo informações e dados sobre as profissões demandadas pelas agências de publicidade em todo o Estado.

O Futurus é financiado pelo Ministério de Ciência e Tecnologia, realizado pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e administrado pela Fundação de Estudos e Pesquisas Sócio-econômicas (Fepese), sendo desenvolvido em parceria com a Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), o Instituto Sapientia (IS) e a Fundação Centros de Referência em Tecnologias Inovadoras (Certi).

Direcionado aos jovens que estão concluindo o ensino fundamental e cursando o  ensino médio, oferece atividades dentro do conceito de edutenimento – educação e entretenimento –, em duas ações iniciais: o Desafio Futurus (uma gincana hi-tech realizada no Sapiens Parque) e o Sistema Ium (Portal de Inclusão Profissional, com Guia de Profissões, Guia de Habilidades e Sistema de Currículos). Mais informações no site www.futurus.org.br (AllPress)

Quem paga as ideias apresentadas em concorrências?

16/04/09

As agências da Europa levam vantagem quando participam de concorrências de novos negócios - mesmo que não saiam vitoriosos delas. Mais da metade das agências que participaram de uma pesquisa realizada pela Worldwide Partners (WPI) responderam serem muitas vezes remuneradas por seus esforços nestes casos. O resultado global mostrou que 49% das agências são raramente compensadas ou não são compensadas ao participar de concorrências. Já na Europa, 56% dos ceos das agências participantes, de um total de 45, responderam “sim” quando perguntados se são remunerados em concorrências de novos negócios.

No Brasil, Fernando Guntovitch, presidente da The Group Comunicação, conta que a realidade no País, infelizmente, não se aproxima da européia. “A dedicação que empregamos no desenvolvimento de projetos para possíveis novos clientes é tão intensa quanto nossos esforços ao criar e produzir trabalhos que já são nossos. Seria justo sermos compensados por isso, mas o mercado não funciona desta maneira hoje”.

“O processo do novo negócio é uma das questões mais conflitantes na gestão das agências de publicidade”, disse Al Moffatt, presidente e ceo da WPI. “Por um lado, ganhar contas é um caminho para o crescimento das receitas, para lustrar a imagem da agência e construir moral. Por outro, é um processo caro para as agências, no qual muitas vezes a propriedade das ideias é cedida. Pelo menos os clientes europeus são mais propensos a entender que as agências não deveriam trabalhar de graça”, completou. (Propmark)

Investimentos publicitários devem cair 6,9% em 2009

16/04/09

A receita mundial da publicidade deverá sofrer uma queda de 6,9% neste ano em relação ao seu desempenho em 2008. A previsão está em um relatório realizado pela Zenith Optimedia, do grupo Publicis, que avaliou o volume das verbas publicitárias já sob um cenário que tenta se recuperar dos efeitos da crise econômica mundial. Os investimentos realizados em propaganda deverão ser reduzidos, o que causará a diminuição da receita total de publicidade para o patamar de US$ 453 bilhões (valor 6,9% menor do que a receita de 2008).

A América Latina terá redução de 2%, ficando estacionada na casa de US$ 29 bilhões. Segundo a Zenith, Brasil e Colômbia, países cujas moedas sofreram forte desvalorização nos últimos meses, são os principais responsáveis pela queda. Mas vale ressaltar que o estudo analisa somente o valor em dólares, o que enfraquece um pouco esse parâmetro para o mercado brasileiro, onde o real predomina nas negociações.

As previsões negativas só não valem para a internet, canal que, embora também deva sofrer uma desaceleração, não deixará de crescer. Para 2009, a Zenith Optimedia projeta que os investimentos aplicados em comunicação digital cresçam 8,6% em relação ao ano passado. Em 2008, entretanto, o crescimento dos investimentos em publicidade via internet foi 20,9% maior do que o montante de 2007. (MM)

Classe AB sofre mais os efeitos da crise

11/04/09

Os brasileiros com rendas mais elevadas, integrantes da classe AB, são os mais atingidos com os efeitos do agravamento da crise financeira mundial, aponta estudo divulgado pela FGV. No mês de janeiro deste ano, as perdas foram ainda maiores para essa parcela da população, que compreende aqueles com renda domiciliar superior a R$ 4.807 mensais, e se ampliaram para faixas de rendimento inferiores, como a classe C (com renda entre R$ 1.115 e R$ 4.807). As classes A e B que acumulavam, nos últimos cinco anos até o período pré-crise, um aumento de 35% de participação na população brasileira, registraram queda de 2,74% somente em janeiro. Já a classe C, que havia aumentado sua participação em 25% desde 2004, no mesmo mês registrou uma perda de 2,17%.

Por outro lado, as classes mais pobres, que vinham perdendo integrantes, o que na maioria dos casos representava processos de ascensão social, sofreram movimento inverso. A classe D, que inclui brasileiros com renda entre R$ 804 e R$ 1.115, acumulava perda de 15,9% nos últimos cinco anos até a crise e somente em janeiro recuperou 3,03%. A classe E, a mais baixa da pirâmide, com renda de até R$ 804, acumulava perda de 40,3% desde 2004, e no primeiro mês deste ano subiu 6,73%. Ainda de acordo com o levantamento da FGV, as áreas da economia mais atingidas foram aquelas ligadas à indústria e ao setor financeiro. (Agência Brasil)