Arquivo mensal para 05/09

Coisas que todo profissional de atendimento deveria fazer

30/05/09

Um texto interessante com 9 coisas que todo profissional de atendimento deveria fazer. Indispensável para quem atua ou deseja atuar na área:

1. Seja obcecado por coisas novas
A gestão de contas deve melhorar na questão “descobrimento”. Saia e experimente coisas novas, especialmente online. Seja o primeiro. É bem divertido. Não espere que os outros tem contem sobre as coisas. Além disso, se você deseja liderar seus clientes para o novo mundo da mídia (busca, compartilhamento, transparência, inovação), você também deve experimentar coisas novas.

2. Mantenha seu foco no amor aos trabalhos excelentes
Grandes profissionais de atendimento sentem algo diferente quando veem grandes trabalhos. Profissionais medianos não. (Na verdade, se você não sente isso quando vê um grande trabalho, talvez atendimento de contas não seja sua praia.) Nunca se esqueça: a relação entre cliente e agência gira em torno de bons trabalhos que geram resultados para o negócio. Grandes profissionais de atendimento estudam trabalhos criativos do mundo todo e conseguem citar, rapidamente, qual agência fez o que.

3. Movimente-se com rapidez. Seja específico.
E-mails mais curtos. Conversas mais curtas. Apresentações concisas, por favor.

4. Abrace a mudança e a incerteza
A previsibilidade é um luxo do passado. O profissional de atendimento de hoje deve amar a mudança constante. Cada dia deve começar com a empolgação sobre o que pode acontecer e quais novas idéias são necessárias. Além disso, você nunca sabe o que os blogs ou o Twitter estão guardando para suas marcas. Novos tempos, muita empolgação, 24 horas por dia.

5. Pense em sombras de cinza
Antes, os profissionais de marketing tinham que viver com as idéias criativas por um longo tempo. Campanhas completas - TV, impresso e outdoor, geralmente – eram criadas para ser “a campanha desse ano”, o que significa que uma linha mal feita poderia ficar amarrada à uma marca por muito tempo. Por este motivo, agências e clientes tinham que ser muito rigorosos. As respostam eram sempre pretas ou brancas. Com a internet tudo isso mudou: não só podemos alterar as coisas imediatamente e dar vida às idéias em questões de segundos, como o tempo de atenção do consumidor vem diminuindo impressivamente. Não podemos mais ser rigorosos com novas idéias. Elas precisam ser flexíveis e prontas para ajustes feitos pelos próprios consumidores, clientes ou parceiros. As soluções agora não são pretas nem brancas, mas em sombras de cinza.

6. Tenha senso de design
Essa está presente em todas as listas que faço sobre atendimento de contas. Sempre dedique um tempo para fazer com que suas apresentações tenham uma ótima aparência. Isso leva um tempo adicional, mas compensa. Ninguém espera que você seja um Helmut Krone. Tenha apenas um senso de orgulho no design das suas coisas.

7. Fale mais
Nos negócios de hoje, mais e mais pessoas estão liderando a partir dos seus computadores através da combinação e-mail, mensagens instantâneas e mídias sociais. Resista a isso. Subjetividade precisa de contato humano. Levante-se, saia por aí, converse com pessoas e, por favor, não ignore o telefone.

8. Seja sempre alcançável e não seja tão sério
Consumidores interagem com as marcas 24 horas por dia. Isso significa que os clientes estão sempre trabalhando, e também que grandes profissionais de atendimento também estão sempre trabalhando. Ser alcançável num sábado à noite tem a ver com a habilidade de se divertir mais com colegas e clientes quando eles telefonam ou te chamam em mídias sociais. Aproveite isso. Divirta-se com essas situações. Negócios não podem acabar inteiramente com o senso de humor. Não importa as condições econômicas, sinto que estamos próximos de que isso aconteça.

9. Estude planejamento e consultoria de negócios
A disciplina de planejamento está mais vibrante do que nunca. Além disso, as agências também estão em busca de consultores de negócios para se juntar à equipe. Acho isso fantástico. Porém, a probabilidade de uma agência ter condições financeiras – ou um fluxo de trabalho consistente – para ter um departamento inteiro com consultores disponíveis é muito pequena. Portanto, os executivos de contas devem estudar muito cada uma dessas disciplinas. Para adicionar o máximo possível de valor, pense menos como atendimento e mais como uma mistura entre planner e consultor de negócios. (John Drake)

Entenda o negócio da propaganda

30/05/09

Baixe a cartilha preparada pela Fenapro especialmente para anunciantes. Em PDF.

Um mercado de R$ 57,4 bilhões

27/05/09

Em 2008, a receita da indústria de comunicação do Brasil deve ter atingido R$ 57,4 bilhões. A estimativa foi apresenta no I ForCom (Fórum da Indústria de Comunicação), nesta quarta-feira (27), em São Paulo. Esse valor teve como base um estudo do IBGE que, em 2005, avaliou a performance do mercado. A análise durou dois anos e o resultado, relativo a 2005, saiu em julho do ano passado. O levantamento do IBGE contou com dados da Pesquisa Anual de Serviços, que coleta informações das empresas do segmento e da Pesquisa Industrial. Para chegar ao valor de 2008, foram consideradosos números do PIB e do Projeto Inter-Meios. O mercado brasileiro cresceu, aproximadamente, 33,5% nos últimos três anos, quando a estimativa para 2008 (R$ 57,4 bi) é considerada.

Novas regras para publicidade oficial

26/05/09

A Comissão de Finanças e Tributação aprovou o projeto de lei 3.305/08 do deputado José Eduardo Cardoso(PT-SP), que muda as regras de contratação de agências de publicidade pela administração pública.

Os órgãos federais, estaduais e municipais deverão adotar critérios objetivos para escolha das agências, a fim de permitir mais transparência na execução de contratos e evitar mau uso dos recursos públicos. O relator, deputado André Vargas, disse que o impacto orçamentário da medida será positivo: “O aperfeiçoamento das licitações e dos contratos relacionados com serviços de publicidade contribuirá para melhorar a qualidade dos gastos nesse campo, com economia para os cofres públicos”.

O texto aprovado foi o substitutivo da Comissão de Trabalho, de Administração e de Serviço Público. As regras do projeto também serão aplicadas às estatais que tenham regulamentos próprios de licitação e contratos.

Segundo a proposta, a seleção de agências de publicidade passará a ser feita por comissões compostas por pessoas escolhidas em sorteio feito em sessão aberta, incluindo especialistas sem vínculo funcional ou contratual com o poder Público. Cada comissão terá 5 integrantes, sorteados entre no mínimo 15 concorrentes igualmente habilitados.Os nomes serão divulgados 48 horas antes do sorteio. (DCI)

“A censura é o ódio à informação”

25/05/09

A frase do publicitário e ex-presidente da Abap, Roberto Dualibi, durante o 25º Congresso Brasileiro de Radiodifusão. “O problema no Brasil é que, quando temos que lutar contra algo, se luta contra o meio e não contra a causa do problema”, ao citar como exemplo o caso da publicidade de alguns medicamentos, cuja proibição não impede que a farmácia continue vendendo. Dualibi, no entanto, defendeu a regulamentação do setor publicitário, mas, segundo ele, isso deve ser feito pelo Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar).

O filósofo Denis Rosenfield alertou para o perigo da proibição da publicidade: “Se ela for progressivamente proibida pelo Estado, o resultado será o esgotamento do financiamento da iniciativa privada. Quanto maior a tutela do Estado, menor a liberdade de escolha do cidadão”, disse.

O senador Aloizio Mercadante disse que a liberdade de expressão comercial deve ser assegurada, mas que isso não significa que não deve haver regulamentação do que é anunciado. Mercadante elogiou o Conar como órgão regulamentador e criticou o que chamou de interferência de algumas instituições nas funções do poder legislativo, como é o caso da Anvisa que proíbe anúncios de alguns tipos de medicamentos.

Anuncie ou morra

25/05/09

A pesquisa “Advertising’s Impact in a Soft Economy,” da Ad-ology Research, revelou que mais de 48% dos americanos adultos acham que a redução ou o corte da publicidade de redes varejistas, bancos e revendas de veículos durante períodos de recessão indicam que eles estão em dificuldades sérias. A vasta maioria dos pesquisados percebe os negócios que continuam a anunciar como competitivos e compromissados em continuar fazendo negócios. (Research Brief)

Houses

25/05/09

Uma pesquisa recente da Association of National Advertisers (ANA) mostra que anunciantes criam agências internas (house agencies) para reduzir custos. Mas eles mesmos afirmam que as principais desvantagens da houses estão na falta de visão estratégica e na grande dificuldade de produzir novas ideias.

Pecados mortais no atendimento

23/05/09

Bruce Kelley*

bruce-kelley.jpgInfelizmente, os profissionais de atendimento são constantemente avaliados da mesma forma como se avalia ginástica ou competição de mergulho. Quero dizer com isso que a sua avaliação enquanto “atendimento” é muito frequentemente determinada pelos erros que você cometeu e não pelo valor de sua contribuição. Sendo assim, num esforço para evitar os grandes erros, aqui seguem alguns dos piores para que voce nunca os cometa:

Esquecer-se de algo que você se comprometeu a entregar ao cliente
Seja não retornar os telefonemas, faltar a uma reunião ou não cumprir um prazo – tudo isso, além de falta de educação, sinaliza para o cliente que o seu negócio é menos importante para você do que outras coisas. É importante que o cliente sempre sinta que o seu negócio e o trabalho que dali deriva estão no topo de suas prioridades.

O cliente achar que você está recomendando uma campanha para que a agência ganhe um prêmio em vez de recomendar o que é adequado ao negócio dele
Você precisa assegurar-se de que o cliente percebe que você “saca” do seu negócio e de suas necessidades. Nunca permita que ele questione as suas prioridades. Se ele o faz, você também se arrisca a ter a sua própria credibilidade questionada.

O cliente pegar você na mentira
Não faça isso! Diga a verdade porque isso é a coisa certa a se fazer (e a mais fácil de se lembrar). Se você mente ou maquia a verdade, somente coisas ruins podem daí advir. Você vai irritar seu cliente, vai perder a credibilidade e causar uma má impressão sobre a agência.

Não passar informações ao seu chefe (a respeito das coisas boas e más)
Não é necessário que você conte tudo ao seu supervisor, mas você precisa ter noção do que ele precisa saber. Nunca deixe seu chefe naquela situação em que ele não sabe algo que deveria saber quando ele estiver na frente de um cliente. Isso ajudará seu chefe a ser adequadamente proativo.

Denegrir a agência para o cliente
Tentar obter apoio do cliente através desse tipo de expediente é uma má ideia (mesmo que o cliente concorde). Se você faz uma coisa dessas, no longo prazo é mais provável que o cliente forme uma opinião negativa sobre você e sobre a agência. Tente ser um atendimento do tipo “copo meio cheio, não copo meio vazio”.

Prometer demais, entregar de menos
Sempre devemos estar na posição daquele que supera as expectativas do cliente. Se a gente “vende demais” e deixa que as expectativas fiquem irrealisticamente altas, vamos gerar uma imagem ruim da agência e erodir nossa credibilidade com o cliente, caso a gente não cumpra o que prometeu.

Colocar seu cliente em má situação na frente do chefe dele
Você ganha muito pouco ou nada quando coloca seu cliente em maus lençóis na frente do chefe dele. É uma boa forma de fazer com que a agência seja dispensada. Mas mesmo que isso não aconteça, o cliente jamais se esquecerá desse fato. E é provável que o chefe de seu cliente também desaprove esse comportamento. Faça um esforço na direção oposta. Faça com que seu cliente se pareça com um herói em frente de seu chefe. É como pagar dividendos de longo prazo.

Não falar claramente para a agência a respeito de como o cliente se sente
Não mascare ou suavize a respeito de como o cliente se sente para não ferir os sentimentos da agência. Primeiramente porque isso é uma perda de tempo valioso. Em segundo lugar porque daí pode resultar um trabalho feito de forma equivocada. Terceiro: você vai perder credibilidade interna, especialmente com o pessoal da criação.

Tomar o crédito para si em vez da equipe da agência
Além de errado (e egoísta), esse comportamento vai de encontro ao nosso objetivo em fazer o cliente achar que a agência é indispensável, e não uma única pessoa. Embora os clientes acabem gravitando em torno de algumas pessoas específicas que lidam com a conta, precisamos nos assegurar que eles estejam felizes com a agência como um todo, de forma a que eles nãos fiquem preocupados quando tivermos que fazer alguma troca de profissionais.

Falar mal do cliente
Independentemente do comportamento do cliente ou de suas decisões, nunca é boa idéia falar mal do cliente pelas costas dentro da agência. Um mau exemplo para quem é junior. Além de promover uma baixa moral. E, se um dia o cliente fica sabendo, pode haver repercussões desastrosas.

Há muitos anos, no meu primeiro dia de agência como Assistente de Atendimento, meu supervisor me disse que eu nunca ganharia “pontos” por fazer um bom trabalho, mas poderia perder pontos se fizesse alguma besteira. Embora isso tenha me ajudado a pensar de forma a me antecipar aos acontecimentos, eu não concordo em conclusão. A gerência de contas pode e deve agregar um real valor ao relacionamento com o cliente e à qualidade de nosso produto. Saber quais erros evitar ajuda a manter um forte e pleno relacionamento com o cliente. E que poderá durar por muito tempo.

(*) Bruce Kelley é vice-chairman da The Martin Agency.

Sinapro/SC firma parceria com FGV

22/05/09

O Sinapro/SC estabeleceu uma parceria com a Fundação Getulio Vargas (FGV) para oferecer condições especiais aos funcionários das agências associadas em cursos do Programa FGV Online de educação a distância. Será oferecido 15% de desconto em qualquer um dos 95 cursos de curta duração (30 horas). A lista dos cursos está disponível no site da FGV-Sinapro/SC.

Na avaliação do presidente do Sinapro/SC, Daniel Araújo, a parceria estabelecida vai ao encontro de uma das principais funções assumidas pela entidade. “Este vínculo criado com uma instituição de renome nacional reitera o compromisso da entidade em atuar como incentivadora da profissionalização cada vez maior do mercado, beneficiando associados e profissionais de agências de todas as regiões do Estado”.

Param saber mais sobre os cursos e realizar a inscrição entre em contato com o setor administrativo do Sinapro/SC pelo telefone: (48) 3879-4553 (Aline Motta) ou pelo e-mail adm@sinaprosc.com.br.

Cidade limpa pode chegar a SC

21/05/09

A prefeitura do Rio de Janeiro deu início, nesta quarta-feira (20), à operação de fiscalização e retirada de toda publicidade exterior em situação irregular. Desde janeiro, a Secretaria Especial de Ordem Pública (Seop) está mapeando todas as peças espalhadas pela cidade. Segundo o levantamento da Seop, no Rio de Janeiro existem cerca de 2 mil pontos e 3 mil peças de mobiliário urbano ocupados por publicidade considerada irregular, o índice equivaleria a 90% da mídia exterior do Rio de Janeiro.  A expectativa é de que em três dias sejam retirados 163 outdoors e painéis da zona Sul da cidade.

Algumas empresas vêm sendo notificadas sobre as peças há mais de cinco anos e que, nesse tempo, o valor das multas (R$ 50 por dia) para a infração tem se acumulado. A prefeitura estima que o valor total da dívida já tenha ultrapassado os R$ 100 milhões. A lei que regulamenta a publicidade exterior de grandes cidades vigora em São Paulo desde abril de 2007 e chegou com o nome de “Cidade Limpa”. Desde então, painéis, fachadas e outdoors irregulares estão sob pena de multas na capital paulista.

É sabido que em Florianópolis o assunto já faz parte de conversas entre arquitetos, urbanistas e autoridades municipais. E, em breve, podem surgir novidades.

Pagamento em 120 dias: uma ameaça

18/05/09

Seguindo mesma política de pagamento estabelecida recentemente pela AB InBev (Anheuser-Busch InBev) no exterior, a AmBev (subsidiária brasileira da maior cervejaria do mundo) adotará prazo de 120 dias para pagar seus fornecedores no Brasil (inclusive agências), quando apropriado. A medida está causando alvoroço nos Estados Unidos e Europa e enfrenta dura posição contrária da American Association of Advertising Agencies – AAAA –, a poderosa 4A’s norte-americana. A AmBev alega que o cenário econômico mundial levou a empresa a rever as condições de pagamento aos fornecedores. “Ampliaremos, quando apropriado, os prazos de pagamento para 120 dias, respeitando a legislação brasileira e os contratos vigentes. A AmBev respeita e valoriza todos os seus fornecedores e, por isso, ajudará aqueles que tiverem qualquer dificuldade neste período de transição”, diz a empresa em comunicado. Leia a matéria completa no propmark.

Vencer feio

15/05/09

Pablo Del Campo, CEO da Del Campo Nazca Saatchi & Saatchi, Argentina

“A situação está complicada, a quadra está lamacenta. Com uma importante crise financeira que paralisa os grandes mercados, o negócio publicitário está diante de um grande desafio. É difícil pensar em receitas.  Estamos buscando uma e a chamamos de “winning ugly*. Basicamente é ganhar apesar de tudo, trabalhar com muita confiança e com o sentimento de que se pode ganhar com a quadra lamacenta. Dizem que essa é a maneira que Nadal joga tênis. Ganha com a cabeça.

O futuro vem por todos os lados. Vem pela rotina e pela surpresa. A ideia é aparecer quando ninguém está esperando que apareçamos com nossas marcas. Há momentos onde ocorrem grandes impulsos e grandes mudanças. Não necessariamente se precisa estar gerando o tempo todo. Existem outros momentos que têm a ver com o desenvolvimento. Neste momento não posso definir qual é a situação que se encontra o mercado latinoamericano. Aparentemente não estão acontecendo grandes coisas, mas algo está cozinhando. Não sei bem o que é, mas imagino que vai ser algo muito importante”.

*Não quero impressionar, quero é vencer, chegar às rodadas finais e ser campeão”. Essa frase de Federer lembra o livro “Winning Ugly” (Vencer feio) escrito por Brad Gilbert, técnico americano que levou André Agassi e Andy Roddick ao topo e trouxe Andy Murray ao grupo dos 10 melhores.

Choque de gerações complica vida da mídia impressa

14/05/09

Mais dia, menos dia, isso iria acontecer. Os dirigentes de meios impressos da Alemanha estão preocupados com a crescente preferência dos jovens profissionais de mídia pelos meios online. O executivo da Optimedia, Michal Enzenauer, afirmou que os planificadores mais jovens têm pouco interesse pela mídia impressa. O mesmo pensa o diretor de marketing da editora Spiegel, Norbert Facklam. Um outro editor denuncia que cada vez encontra menos capacidade nos planificadores para avaliar os conceitos e funções dos meios impressos. Essa tendência é mais um complicador no processo de esvaziamento da mídia impressa que, como forma de defesa, tem que começar já a evangelização dessa safra de profisssionais.

Hot-shops na opinião do cliente

13/05/09

Durante o Wave Festival, João Ciaco, da Fiat, comenta as “hot-shops” e o maior conservadorismo em tempos de crise.

Mídia: avaliando a taxa de engajamento da TV

11/05/09

Quando a Crispin Porter Bogusky quis colocar um Fusca 1964 nos anúncios do sedan Jetta modelo 2009 e do Tiguan, um utilitário esportivo “crossover”, o diretor de marketing da Volkswagen dos Estados Unidos, Tim Ellis, sabia que os executivos da Alemanha não ficariam animados. Sim, eles não gostaram do Fusca de 45 anos chamado Max, que fala como Herbie (o protagonista do filme “Se Meu Fusca Falasse”), só que com sotaque alemão, que aparece num comercial elogiando os novos e sofisticados veículos. Leia mais…