Arquivo mensal para 07/09

FIESC convoca empresários para o Fórum

31/07/09
Alcântaro Corrêa, presidente da FIESC

Alcântaro Corrêa, presidente da FIESC

O presidente da FIESC, Alcântaro Corrêa, convocou os empresários catarinenses da indústria, comércio e serviços, e também os setores governamentais, para ativa participação do I Fórum Mercados  Brasileiros. A FIESC é a anfitreã e uma das entidades apoiadoras do evento promovido pela ABA e Fenapro com o suporte do Sinapro/SC.

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Fenapro, ABA, Sinapro/SC e Fiesc discutem Fórum Mercados Brasileiros

31/07/09
Da esquerda para a direita, Rafael Sampaio (ABA), Alcântaro Corrêa (FIESC), Ricardo Nabhan (Fenapro) e Daniel Araújo (Sinapro/SC)

Da esquerda para a direita, Rafael Sampaio (ABA), Alcântaro Corrêa (FIESC), Ricardo Nabhan (Fenapro) e Daniel Araújo (Sinapro/SC)

O presidente da Fenapro, Ricardo Nabhan, o vice-presidente executivo da Associação Brasileira de Anunciantes (ABA), Rafael Sampaio, e o presidente do Sinapro/SC, Daniel Araújo, reuniram-se nesta sexta-feira, dia 31 de julho, com o presidente da Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc), Alcantaro Corrêa, para definir detalhes e conversar com a imprensa sobre o Fórum Mercados Brasileiros.

A expectativa é que o evento, que acontece nos dias 10 e 11 de agosto, no Centro de Eventos da Fiesc, em Florianópolis, reúna cerca de 200 anunciantes e representantes de agências, veículos e entidades, dirigentes de grandes empresas, governo federal, parlamentares, governadores, secretários de fazenda e planejamento, com o objetivo de incentivar a regionalização dos negócios, das atividades mercadológicas e da comunicação comercial brasileira. Segundo Daniel Araújo, Santa Catarina foi escolhida para sediar esta primeira edição do Fórum, que deve ser realizado a cada dois anos, entre os estados do Paraná, Minas Gerais e Bahia.

Rafael Sampaio destacou a importância da união entre a Fenapro e a ABA na realização do evento, que pontua um momento importante da comunicação no país na busca de novas diretrizes mais regionalizadas. “É importante que os grandes anunciantes se preparem para esta necessidade. É preciso uma ação nacional combinada com ações regionais, pois os mesmos produtos são consumidos de forma diferente em cada região”, acrescenta o vice-presidente executivo da ABA. A regionalização também é defendida por Ricardo Nabhan, que afirma que os grandes anunciantes já enxergaram esta oportunidade, que pode gerar um crescimento conjunto entre indústria da comunicação e setor produtivo.

“Para nós, sediar um evento desta ordem e receber pessoas do todo Brasil para discutir um tema tão importante como a regionalização dos negócios e da comunicação, é uma grande oportunidade”, acrescentou Alcantaro Corrêa.

Daniel Araújo fez uma convocação de todas as associadas do Sinapro/SC. Clique “Play” para ouvir. Leia também entrevista concedida ao portal MakingOf.

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30/07/09

I Fórum Mercados Brasileiros

30/07/09

O Sinapro/SC é parceiro da Associação Brasileira de Anunciantes (ABA) e da Federação Nacional das Agências de Propaganda (Fenapro) no I Fórum Mercados Brasileiros, que acontece nos dias 10 e 11 de agosto, no Centro de Eventos da Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc), em Florianópolis. Amanhã, dia 31 de julho, às 14h30, o presidente da Fenapro, Ricardo Nabhan, o vice-presidente executivo da ABA, Rafael Sampaio, e o presidente do Sinapro/SC, Daniel Araújo, reúnem-se com o presidente da Fiesc, Alcantaro Corrêa, para definir detalhes do evento.

O Fórum reunirá, em um mesmo espaço, anunciantes, agências, veículos, entidades, dirigentes de grandes empresas, governo federal, parlamentares, governadores, secretários de Fazenda e Planejamento, com o objetivo de incentivar a regionalização dos negócios, das atividades mercadológicas e da comunicação comercial brasileira.

Segundo o presidente do Sinapro/SC, Daniel Araújo, a realização do encontro, inédito na capital, representa uma oportunidade para discutir medidas que terão impacto não só junto às agências, mas principalmente nos mercados regionais, com a geração de empregos e impostos. “Aqui em Santa Catarina temos uma ação pioneira no País em matéria de comunicação regionalizada”, lembra Araújo.

Durante os debates, serão apontadas necessidades e oportunidades de atuação regional das empresas nacionais e internacionais, que também farão o relato de experiências de sucesso nessa estratégia. O Fórum também buscará incentivar empreendedores regionais a ampliarem suas atividades de comunicação em outros estados.

Foi com a perspectiva de estimular o desenvolvimento regional da propaganda que a ABA e a FENAPRO decidiram unir suas forças para realizar, a cada dois anos, o evento Mercados Brasileiros. A ABA tem 300 associadas e reúne os maiores anunciantes nacionais, responsáveis por quase 70% do volume de investimentos feitos em comunicação de marketing no País. A FENAPRO agrega mais de 4.000 agências de publicidade, que atendem à quase totalidade das empresas anunciantes brasileiras, de todos os portes.

Por que gostamos de propaganda

29/07/09

Armando Ferrentini*

A base da propaganda é a lisonja. Não é preciso, portanto, ir muito longe para compreender por que, quando perguntadas, as pessoas costumam, em sua imensa maioria, responder que gostam e confiam na propaganda.

A pesquisa realizada pelo Instituto Nielsen e amplamente reportada no propmark da semana passada, atesta essa realidade incontestável. Poderá haver ainda quem se espante com dados tão avassaladores em favor da propaganda. Não será gente do ramo. Quem está no negócio sabe muito bem que a principal ocupação dos profissionais do marketing e da publicidade é exatamente conquistar a simpatia, o interesse e a confiança das pessoas. Leia mais…

Mais imaginação, menos dinheiro

29/07/09

O paradoxo do mundo atual da publicidade é que mudou a forma como as pessoas obtêm informação, sem que os interesses tenham mudado. Essa é a opinião de Chuck Porter,  presidente da Crispin Porter+Bogusky. Para ele, a criatividade é a capacidade de  contar uma história que interesse, que capte a atenção e que essa qualidade tem que invadir todo o processo deste negócio.”Agora, como antigamente, trata-se de contar histórias. Há histórias que são muito interessantes. Estamos em uma época complicada, todo mundo está reduzindo seus investimentos e honestamente creio que temos que nos assegurar que estamos dando os passos certos para a sobrevivência. A chave para superar a crises não está em evitar o risco, mas sim em assumir que neste período se forjarão os grandes ganhadores e perdedores. Por isso, as agências têm que ser imaginativas, descobrindo a forma de continuar construindo a imagem das marcas usando a imaginação em vez de dinheiro”. (Com informação de Anuncios)

Governo do PR aumenta cerco à publicidade

29/07/09

As investidas do governador do Paraná, Roberto Requião, em contratar diretamente as emissoras de TV para veicular a publicidade oficial, sem intermediação de agências de publicidade, como manda a Lei no 8.666/93, deverão ter novos rounds. O edital, lançado em maio e que estabelecia esse novo modelo de remuneração, foi questionado na justiça pelas entidades representativas do mercado publicitário. A justiça deu três pareceres contrários ao proposto pelo governo.  O edital tem mais de 20 irregularidades, mas foi preciso o juiz ler apenas o primeiro argumento para entender que a modalidade de “Chamamento Público para Pré-Qualificação ao Credenciamento”, mencionada pelo documento, estava sendo inventada pela Secretaria de Comunicação Social, sem sustentação legal. O julgamento final desse tipo de liminar pode demorar até três anos. Além disso, o governo do estado mudou o modelo de compra de mídia exterior. Agora, a compra pode ser feita diretamente com as empresas que comercializam esses espaços, também sem a necessidade de participação de agências. (Com informações do Meio & Mensagem)

I Fórum Mercados Brasileiros

24/07/09

A ABA e a Fenapro irão realizar em Florianópolis, nos dias 10 e 11 de agosto, o I Fórum Mercados Brasileiros. O objetivo do evento é debater em profundidade a questão da regionalização dos esforços de marketing e de comunicação das empresas nacionais, uma tendência crescente que vem proporcionando importantes conquistas de market share e rentabilidade. Este encontro tem o suporte do Sinapro/SC e do Centro de Convenções da FIESC - Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina.

PROGRAMA

SEGUNDA - FEIRA, 10 DE AGOSTO

9:00/9:30 - Abertura solene.

9:30/11:00 - BRASIL: GRANDES OPORTUNIDADES EM TODOS OS LUGARES.
Moderação de Ricardo A. Bastos (Presidente da ABA) e presidência do Senador Delcídio do Amaral.

11:00/11:30 - Intervalo

11:30/13:30 - GRANDES OPORTUNIDADES REGIONAIS.
Participação dos Governadores José Roberto Arruda (DF) e Luiz Henrique (SC).
Moderação de Rafael Sampaio (Vice-Presidente Executivo da ABA) e presidência de Alcantaro Corrêa (Presidente da FIESC).

13:30/15:00 - Almoço (patrocinado pela RBS)

15:00/16:30 - POTENCIAL ECONÔMICO DO MERCADO DE CONSUMO BRASILEIRO EM SUAS VÁRIAS REGIÕES.
Palestra de Antonio Carlos Ruotolo (Diretor de Geo Negócios do Ibope Inteligência) e de Mario Ruggiero (Diretor de Cliente Services da Nielsen do Brasil)
Moderação de Rafael Sampaio (Vice-Presidente Executivo da ABA) e presidência de Daniel Araujo (Presidente do Sinapro-SC).

16:30/17:00 - Intervalo

17:00/18:45 - CASOS DE SUCESSO DE CAMPANHAS REGIONALIZADAS.
Ottoni Fernandes Jr. (Subchefe-executivo da SECOM - Presidência da República) e Rodrigo Lacerda (Diretor Corporativo de Marketing do Carrefour)
Moderação de Ricardo Nabhan (Presidente da FENAPRO) e presidência do Deputado Federal Claudio Vignatti.

(Jantar livre)

TERÇA-FEIRA, 11 DE AGOSTO

9:00/10:30 - ESTRATÉGIAS DE ATUAÇÃO REGIONAL DAS MARCAS NACIONAIS.
Palestra de José Galló (Presidente da Renner)
Moderação de César Paim (Vice-Presidente da FENAPRO) e presidência de Marcelo Petrelli (Presidente da RIC).

10:30/11:00 - Intervalo

11:00/12:30 - A IMPORTÂNCIA DA MÍDIA PARA O SUCESSO DOS NEGÓCIOS REGIONAIS.
Palestra de Ricardo Esturaro (Diretor de Marketing da Rede Globo) seguida de painel com Jacques Ricardo (Diretor de Publicidade Regional da Editora Abril) e Zilmar Melatte (Diretor Geral da Rede Matogrossense de Televisão)
Moderação de Rodrigo Lacerda (Diretor Corporativo de Marketing do Carrefour) e presidência de Flavio Cavalcanti Jr. (diretor da ABERT).

12:30/14:00 - Almoço (patrocinado pela RIC)

14:00/16:00 - POTENCIAL DOS MERCADOS REGIONAIS E OS INCENTIVOS OFERECIDOS PELOS ORGÃOS OFICIAIS.
Painel com Secretários da Fazenda/Planejamento: Mateus Afonso Bandeira (RS) , Fernando Bezerra Coelho (PE) e Joaquim Cartaxo (CE) Moderação de Pedro Parente (Vice-Presidente Executivo da RBS).

16:00/16:30 - Intervalo

16:30/18:00 - EFICÁCIA PARA OS NEGÓCIOS DAS EMPRESAS ADVINDOS DO MARKETING E DA COMUNICAÇÃO REGIONAIS
Palestra de Ricardo A. Bastos (Vice-Presidente Executivo da J&J) e de Júlio Ribeiro (presidente da Talent)
Presidência de Saint-Clair de Vasconcelos (Presidente do Sinapro-SP).

INFORMAÇÕES GERAIS
Local: Centro de Eventos FIESC - Rodovia Admar Gonzaga, 2765 - Itacorubi - 88034-001 - Florianópolis/SC.
Valor: Associados da ABA, da Fenapro e Sindicados das Agências de Propaganda = R$ 580,00 - Demais Interessados = R$ 880,00.
Descontos: de 10 % partir da 3ª. Inscrição.Inclusos: Wellcome-Coffee, coffees, almoços, jantar e show do dia 11 de agosto e certificado de participação.
Informações pelos telefones: ABA: 0800.124588 e (11)3283.4588 - FENAPRO: (11) 3816-2238.

Recomendações para tempos de crise

23/07/09

A agência espanhola Bassat Ogilvy publicou una lista recomendaçõess sobre como otimizar os resultados de qualquer atividad de marketing - tanto nos canais tradicionais como nos digitais - em tempos de crise. A primeira é escolher uma empresa de comunicação com uma trajetória comprovada que se envolva nos problemas do cliente e que defina uma estratégia publicitária ajustada aos pilares corporativos.

Outros pontos importantes e relacionados entre si, são estabelecer objetivos quantificáveis e basear a estratégia de marca em uma “grande ideia” que influencie os consumidores, que marque uma tendência e que se ajuste a uma corrente cultural determinada. Com respeito ao relacionamento entre cliente e agência, é fundamental deixar as coisas por escrito com briefs claros que contenham instruções precisas com o objetivo de melhorar os critérios de valoração das ideias criativas.

A boa gestão exige a redução de fases de aprovação e refação dos projetos e a utilização das pesquisas de modo inteligente para avaliar a reação dos consumidores e ajustar o conteúdo à eficácia. Também foi recomendada a otimização dos investimentos em produção e trabalhar de modo 360º, ou seja, desenvolver campanhas multicanal tirando partido dos menores custos das mídias regionais. Finalmente, é importante saber o que realmente funciona, além de incursionar em novas formas de remuneração como os bônus por resultados.

Paraná obriga traduzir palavras em idioma estrangeiro

21/07/09

O governador do Paraná, Roberto Requião, sancionou lei que torna obrigatória a tradução de palavras em idioma estrangeiro de todas as peças publicitárias que forem expostas no território paranaense. Pela lei, a desobediência à legislação implicará multa de R$ 5 mil, com o valor dobrando na reincidência.Pela lei, a tradução deve ter o mesmo tamanho da palavra escrita na língua estrangeira. O presidente do Sindicato das Empresas de Publicidade Exterior do Estado do Paraná (Sepex), Romerson Faco, disse que a única alternativa, agora, é a justiça. Ele reclamou que a lei pode trazer muitos prejuízos para os anunciantes e para as empresas. Peças feitas para divulgação nacional precisarão ser alteradas apenas no Paraná. Ele pretende reunir amanhã representantes dos sindicatos de empresas de comunicação e das agências de propaganda para decidir como será feita a ação judicial.

O presidente do Sinapro-PR, Cal Gelbecke, disse que um projeto como esse não merece nem comentários. “É um absurdo em pleno século 21, quando há um processo de globalização”, considerou. Segundo ele, muitas palavras já são de domínio público, além de já ter se tornado quase uma regra o pedido para que crianças e adultos aprendam uma nova língua. Ele acredita que a lei “arrisca-se a cair em descrédito”. “Na prática, não acredito que será levada a ferro e fogo”, afirmou. “Imagine uma loja de informática anunciando uma oferta de mouse (rato, em inglês).” Além disso, acentuou que essa determinação vai gerar custos extras para os anunciantes, levando o mercado a ficar mais pobre. “Não vai gerar mais renda”, lamentou.

Atualização 05 | 08 A justiça do Paraná suspendeu os efeitos da lei estadual contra o estrangeirismo, sancionada pelo governador Roberto Requião (PMDB) no último dia 17. A lei, que vigorou por apenas 16 dias, tornava obrigatória a tradução de palavras em idioma estrangeiro nas propagandas que forem expostas no território paranaense. Pela lei, a desobediência à legislação implicaria multa de R$ 5 mil, com o valor dobrando na reincidência. O mandado de segurança contra a lei antiestrangeirismo foi impetrado pelo Sinapro/PR que apontou que a lei feria o direito de livre manifestação de pensamento, expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação. A Procuradoria-Geral do Estado afirmou que vai recorrer da decisão quando for notificada oficialmente. O próximo passo do Sinapro/PR é entrar com uma Ação de Inconstitucionalidade para derrubar a lei definitivamente.

Para conquistar e manter clientes

21/07/09

Gosto muito destas recomendações cujo autor desconheço. Já postei-as uma vez, mas acredito que o repeteco é útil. Se eu fosse você mandava uma cópia para cada funcionário com a orientação de que seja lida todos os dias.

1. Deve haver atração imediata no primeiro encontro: na primeira reunião a empatia entre a agência e o cliente tem que ficar evidente.

2. Relacionamento aberto e honesto: falar sempre a verdade, de forma franca, sincera e respeitosa. A transparência é a chave para a conquista da confiança.

3. Fazer o relacionamento permanecer com seu frescor inicial: surpresa é fundamental. Os desgastes em qualquer relacionamento são normais, o importante é ter transparência e muito diálogo para evitar que o desgaste natural do relacionamento saia do controle. Pequenas surpresas são importantes para trazer renovação.

4. Desafiem-se sistemática e reciprocamente: cliente e agência precisam desafiar-se dia a dia, na busca pela superação.

5. Reconheça e celebre os bons resultados: cliente e agência devem comemorar suas conquistas.

6. Foque no futuro:– cliente e agência devem sempre mirar o futuro. Qual o próximo passo? Qual o próximo desafio? Qual o próximo salto que daremos juntos?

7. Sejam advogados de si mesmos: fale com orgulho sobre a sua agência. Fale com orgulho sobre o seu cliente. Isso é fundamental.

8. Busque a grandeza em tudo que fizer: cada trabalho deve ser encarado como um grande trabalho. Pequenos jobs podem se transformar em grandes cases se cliente e agência tiverem esse pensamento.

9. Tenha senso de humor: qualquer relacionamento torna-se mais leve e agradável quando existe senso de humor.

10. Lembre-se: você deve desejar que o relacionamento seja duradouro e lembrar que a base fundamental será sempre a confiança.

Governo é o maior anunciante do Reino Unido

21/07/09

A Central Office of Information (COI), uma organização do governo britânico que presta serviços de marketing e comunicação para os diversos departamentos (ministérios) do poder público, tornou-se o maior anunciante do Reino Unido. No ano financeiro que contempla o último semestre de 2008 e o primeiro de 2009, o COI ignorou a crise financeira mundial e aumentou a verba publicitária em 35%, chegando a £ 211 milhões, contra £176,2 mi da Procter&Gamble, antiga líder do ranking, que cortou 10% da verba. Os dados são da Nielsen Online.

Se considerados os investimentos totais em marketing e comunicação (onde está a verba de publicidade), o valor salta para £ 540 milhões, 43% a mais do que no ano anterior, com destaque para marketing digital, que chegou a £ 40 milhões, um salto superior a 80%. O diretor-executivo do COI, Mark Lund, justificou os investimentos governamentais em um comunicado, destacando a “necessidade maior do que nunca do governo de se comunicar com o público, enfrentando desafios como obesidade, mudanças climáticas e recessão”. Ele citou ainda os resultados de campanhas contra o fumo e acidentes nas estradas, dois indicadores que estão em seus menores níveis.

E esse modelo centralizado de compra de mídia, defende o COI, seria responsável por uma economia de 50% do total da verba publicitária, graças ao poder de barganha da entidade. O site Brand Republic citou um ranking da Marketing Magazine, válido para 2008, com os maiores anunciantes do país, com os mesmos dados da Nielsen. Na ocasião, após P&G (então primeira colocada) e COI, apareciam Unilever, Reckitt Benckiser, British Sky Broadcasting, Tesco, DFS, Kellogs, Asda Stores, L´Oreal, Nestlé, Sainsburys, Orange, Morrisons, BT, T-Mobile, Ford, Marks&Pencer, Vodafone e Boots The Chemists. (Brand Republic)

O impacto da publicidade nos consumidores

20/07/09

Parece que os consumidores se orgulham em negar a influência da publicidade em suas  decisões de compras. Uma pesquida da Adweek Media/Harris demonstrou que os jovens de 18 a 34 anos são mais propensos a deixar-se influenciar pela publicidade. Essa porcentagem cai para 37% nos adultos de 35 a 44 anos e 28% entre os de 45-54, um décimo menos que entre os maiores de 55 anos. A segunda parte do estudo revela que a ações dos consumidores estão em grande parte afetadas pelos anúncios. Perguntados se consideram a publicidade interessante, 8% responderam “muito interessante”, quase a metade, 47%, acham “razoavelmente interessante” e apenas 13% disseram “nada interessante”. Os jovens de 18 a 34 anos são os que consideram “mais interessante” (66%) seguidos dos maiores de 55 anos (46%).

Temporão reacende debate sobre restrição à propaganda

17/07/09

Durante audiência pública na Câmara dos Deputados, o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, voltou a defender restrições à publicidade de bebidas. O tema é polêmico e as declarações de Temporão reacende o debate sobre os limites da intervenção do Estado nas liberdades civis. O ministro afirmou que se sente indignado toda vez que vê artistas e atletas em anúncios de bebidas alcoólicas e acusou as fabricantes de cerveja de não ajudarem a construir uma nova consciência política no país. “É importante educar o jovem, as crianças em relação ao perigo de misturar álcool e direção, e a propaganda de cerveja, pela maneira como trabalha o tema, continua sendo um fator de estímulo ao consumo abusivo”, avaliou.

O assunto é tema de um projeto de lei (PL 2733/08) de autoria do Poder Executivo que está tramitando na Câmara. A proposta foi enviada ao Congresso junto com a Medida Provisória 415/08, que deu origem à Lei Seca, e chegou a ir a plenário no ano passado. O presidente da República, porém, retirou a urgência na tramitação da proposta em maio de 2008 e, desde então, ela não avançou. Do outro lado, o Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária) defende que a autorregulamentação, aliada à legislação em vigor, é suficiente para conter abusos na publicidade de bebidas alcoólicas. “O Conar impõe limites à publicidade deste gênero de produtos desde 1978 e os tem tornado mais e mais rigorosos, à medida que a própria sociedade o demanda”, afirma Gilberto Leifert, presidente do Conar.

Leifert destaca que, com a reforma do Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária em 2003, ficaram proibidas as imagens de apelo sensual, o estímulo direto ao consumo, a abordagem de mídia voltada para jovens, as cenas de ingestão do produto nos anúncios de bebidas. “Isso, junto com a comprovada eficiência do Conar no tratamento rápido e descomplicado das denúncias de consumidores e autoridades, sem demandar tempo e dinheiro públicos, justifica a nossa crença de que qualquer legislação a respeito é desnecessária”.

Publicidade bem na fita

16/07/09

Uma pesquisa realizada pela Nielsen em cerca de 50 países encontrou números positivos para o mercado publicitário. Cerca de 67% dos entrevistados entendem que a publicidade permite o conteúdo grátis ou de baixo custo na internet, TV, jornais e outras mídias, enquanto que 81% acreditam que a publicidade é importante para viabilizar eventos esportivos, exposiçães de arte e outros eventos culturais. Os que vêem a publicidade como uma contribuição para o crescimento da economia somam 71% e 68% concordam com a ideia de que a publicidade “estimula a concorrência, o que leva a produtos melhores e preços mais baixos”. E mais - 67% acham que a publicidade oferece informações e permite fazer escolhas melhores. E chega a 66% o percentual dos que dizem que a publicidade “frequentemente atrai minha atenção e é entretenimento”. Baixe o relatório aqui (PDF em inglês). (AdWeek)