Arquivo mensal para 03/10

Um mercado em busca de respostas

31/03/10

Alguns trechos do editorial assinado por Armando Ferrentini, do PropMark, a respeito do 7º Ebap:

“Deslocar mais de três centenas de titulares e executivos das mais importantes agências brasileiras para uma reunião de dois dias, num momento efervescente da economia e em plena temporada de licitações, é um feito e tanto… O título de um dos anúncios da campanha, veiculada no propmark, divulgando o evento, que diz “Criativas, mas criativas mesmo, foram as agências que conseguiram manter a rentabilidade”, talvez resuma perfeitamente a motivação dos inscritos de acorrer ao 7º Ebap. Falar de rentabilidade é tocar no ponto mais sensível das agências, sejam grandes, médias ou pequenas. Se alguns anos atrás, equívocos na administração do negócio eram compensados pelo valor que os clientes aceitavam pagar pelas ideias, hoje as coisas estão muito diferentes. Se a gestão da agência não for eficaz, o negócio quebra. Só isso já é pauta bastante motivadora para levar à sede da Firjan, no Rio de Janeiro, muita gente aflita por entender como se sobrevive num mercado dominado pela busca do preço mais baixo e em que o talento criativo e estratégico – aquilo o que de mais valioso as agências têm para vender – vem sendo tratado como commodity. Um baque tremendo, principalmente sobre aqueles que nunca se ocuparam seriamente de dar à agência uma governança de empresa.  Montar a equação que permita à agência manter-se competitiva, em termos de oferta de qualificação profissional e estrutura física, convivendo simultaneamente com uma pressão cruel sobre seus preços, é um dos ensinamentos que profissionais de algumas das maiores e mais respeitadas agências brasileiras vão passar a seus colegas do Brasil inteiro. Os segredos a serem compartilhados passarão, fatalmente, pelo foco na criação de valor para as marcas. Isto é, ou as agências se convertem em parceiros decisivos no atendimento da emergência da valorização das marcas ou os executivos responsáveis por estas marcas, com metas a cumprir, vão buscar alternativas… E na pauta, também, naturalmente, o futuro. País extenso e desigual, o Brasil convive, ainda, com diferentes estágios regionais de desenvolvimento. O avanço formidável da tecnologia, no entanto, tende a igualar por cima a qualidade das demandas dos clientes e do que se deve entender como capacitação necessária das agências para atendê-las. O 7º Ebap será excelente oportunidade para, a partir da compreensão do que se faz nos maiores mercados e nas melhores agências, promover o alinhamento de todo o setor para um atendimento verdadeiramente eficaz a um cliente, não importa onde esteja instalado, antenado para o mundo, e em busca de fornecedores no mesmo grau de atualização.”

Rentabilidade e futuro das agências em debate

31/03/10

Nos dias 8 e 9 de abril será realizado no Rio (sede da Federação das indústrias) o 7º EBAP - Encontro Brasileiro de Agências de Publicidade - neste ano uma iniciativa conjunta da Abap e da Fenapro. Este blog vai realizar completa cobertura do evento postando informações e entrevistas.

Os números da propaganda em 2009

29/03/10

Baixe aqui (em PDF) o relatório do Projeto Intermeios relativo a 2009. Lembre-se de que os valores de mídia consideram preços de tabela, sem descontos. O faturamento da internet não inclui os números do Google.

Publicidade pública tem regra própria

23/03/10

O Projeto de Lei 3.305/2008, do deputado José Eduardo Cardozo (PT/SP), que pede especificidade para licitações de publicidade da administração pública, foi aprovado na última quarta-feira (17) pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado Federal. Cabe agora a Lula o parecer final. Atualmente, as licitações para contratação de agência de publicidade são monitoradas pela Lei 8.666, que não faz distinção de atividades de caráter subjetivo, como a publicidade, por exemplo. Cardozo acredita que não haverá recurso no plenário e será sancionado pelo presidente Lula. Leia completa reportagem no PropMark.

Floripa 284

22/03/10


Cannes com o Sinapro/SC

19/03/10



O Sinapro/SC está viabilizando um pacote especial para o associado participar do principal evento de publicidade do mundo, o Cannes Lions 2010.

Saída: 18/06
Retorno: 27/06
Aéreo: TAM Fpolis/Cannes/Fpolis – a partir de U$ 1.398 (taxas inclusas).
Hospedagem: Hotel Íbis – duplo, diária com café da manhã - 96 euros (em até 5 vezes).

As inscrições de delegados deverão ser feitas pelo site e não estão inclusas no pacote.
Informações: Vanessa Ribeiro
(48) 38794558 | vanessa@sinaprosc.com.br

Novas regras para licitação de publicidade

18/03/10

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou ontem, em caráter terminativo, projeto de lei da Câmara que estabelece novas regras para licitação e contratação de serviços de publicidade pela administração pública.Se não houver recurso para o plenário, a matéria deverá seguir para a sanção presidencial. A proposta inclui uma série de medidas para facilitar a fiscalização dos contratos fechados com agências de publicidade, que passarão a ser obrigadas, entre outros pontos, a apresentar certificado de qualificação técnica como pré-condição para sua participação nas licitações promovidas pelo setor público. O projeto, que foi relatado pelo senador Francisco Dornelles e tem como autor o deputado José Eduardo Cardozo (PT-SP), estabelece uma definição precisa dos serviços de publicidade. O texto veda, por exemplo, que outras atividades sejam contratadas em conjunto, como as de assessoria de imprensa, comunicação, relações públicas e mesmo a realização de eventos festivos. A expectativa é de que a individualização do objeto dos contratos de publicidade facilite seu controle.

De acordo com o texto aprovado, passa a ser obrigatória a divulgação, pela internet, de informações sobre a execução dos contratos de serviço de publicidade, bem como a especificação, na lei orçamentária, das dotações destinadas às despesas com publicidade institucional e de utilidade pública. Somente no orçamento do governo federal estão previstos R$ 699 milhões para despesas com publicidade — a institucional e de utilidade pública.Também foi aprovada a inversão das fases de habilitação e julgamento das empresas que se apresentarem durante a licitação.Com isso, os documentos de habilitação só serão apresentados após o julgamento das propostas e apenas pelos licitantes classificados, garantindo maior agilidade ao processo.

O julgamento das propostas técnicas será feito por uma subcomissão constituída a partir de sorteio, que conte com a participação de profissionais dos setores de comunicação, publicidade ou marketing, sem vínculo com a administração pública.Essa análise deverá ser feita sem a identificação das empresas concorrentes.O projeto estabelece ainda que será exigido cadastramento prévio, junto ao contratante, de eventuais fornecedores de bens ou serviços que sejam contratados pela agência de publicidade prestadora de serviço. Além disso, a agência será obrigada a apresentar três orçamentos obtidos junto a fornecedores do ramo. O objetivo com isso é evitar favorecimentos indevidos e outras irregularidades na execução dos contratos.

Fenapro e Abap unem esforços para o Ebap

12/03/10

Incentivar a presença de diretores e presidentes de agências de todo o Brasil para participar do 7º EBAP – Encontro Brasileiro das Agências de Propaganda é uma das ações que a FENAPRO está realizando em conjunto com os Sinapros. A participação no EBAP e a definição da agenda de 2010 da FENAPRO foram temas de reunião realizada ontem, em São Paulo, à qual compareceram os presidente da ABAP, Luiz Lara; do CENP, Caio Barsotti, e presidentes de Sinapros de todo País, os vps regionais, além da diretoria da entidade.

A Fenapro e a Abap consideram fundamental a ampla participação das empresas, e dirigentes regionais do setor ao encontro, principalmente no momento em que o debate sobre a rentabilidade do negócio e futuro das agências são os principais temas do EBAP, que acontece dias 8 e 9 de abril no Rio de Janeiro. Além de somar esforços para o EBAP, a Fenapro e a Abap estão estabelecendo uma agenda conjunta de trabalho, visando à realização de outras ações que contribuam para o desenvolvimento e o fortalecimento da atividade publicitária brasileira.

Governo do Paraná é derrotado mais uma vez

9/03/10

O desembargador Luiz Mateus de Lima, da 5ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Paraná, concedeu liminar que suspendeu o pregão presencial que o governo do estado realizaria na tarde desta segunda-feira (08) para contratação de serviços publicitários. O magistrado acatou mandado de segurança da Associação Brasileira de Agências de Publicidade (Abap), capítulo Paraná, que alega a inconstitucionalidade desta modalidade de contratação de agências e contesta o valor previsto no edital na ordem de R$ 4 milhões, que não se enquadra na modalidade pregão. De acordo com a Lei de Licitações (nº 8.666/93), contratações de serviços acima de R$ 650 mil devem ser feitos por meio de concorrência pública.

É o quarto mandado de segurança impetrado pela Abap nestes últimos três meses contra o governo paranaense pelo mesmo motivo. Entretanto, somente a primeira e a última determinação judicial chegaram a tempo de impedir o pregão. De acordo com a determinação judicial, “a modalidade pregão, nas formas presencial e eletrônica, destina-se à contratação de bens e serviços de natureza comum, ou seja, aqueles com especificação amplamente reconhecida, como combustíveis, mobiliários, materiais de escritório, equipamentos médicos, serviços de limpeza, dentre outros, não abrangendo serviços de publicidade e propaganda, em decorrência de sua especialização.” Um comunicado emitido pela Secretaria de Comunicação Social do Paraná diz que a determinação judicial foi recebida a tempo e integralmente acatada pelo governo do estado.

O Sinapro/PR também moveu ações contra o pregão no estado, conseguindo - desde maio de 2009 - impedir o processo quatro vezes.Desde o início da gestão de Requião, o governo está sem agência oficial. Todo o material de divulgação é feito por meio de folhetos e jornal produzido pela Secretaria de Comunicação do estado, que é impresso na imprensa oficial e enviado à população via Correio. Alguns materiais são contratados de empresas de mídia pelas secretarias do governo, não ultrapassando o valor de R$ 8 mil, como é permitido por lei.

“As comissões vão acabar”

8/03/10

Artigo do diretor regional do McCann Worldgroup para América Latina e Caribe aborda o futuro da propaganda sob uma perspectiva latino-americana:

Quando me pediram para escrever sobre o futuro da propaganda, sugeri falar mais sob uma perspectiva latino-americana do que do ponto de vista do Brasil. Essa é a minha responsabilidade na McCann, minha principal experiência e pensamento, e creio que esse “olhar” regional poderia interessar mais ao leitor.
Vou tentar fazer isso focando em três questões:

1) Nós seremos mais ou menos criativos?

Todo ano nos perguntamos se a qualidade do nosso produto criativo vai melhorar ou piorar. Também olhamos para Cannes e para outros festivais globais para checar se a performance da América Latina, especificamente Argentina e Brasil, será melhor ou pior que no ano anterior. Apesar de representarmos mais ou menos 7% do mercado mundial da propaganda (e do PIB mundial) temos 10% ou 15% da premiação dos festivais globais. É muita diferença…

Minha percepção como consumidor que vê televisão, lê jornais e revistas, ou navega pela internet todo dia é que haverá menos trabalhos premiados, mas haverá um crescimento do padrão de qualidade na região. Por quê? O mercado e a profissão entraram em um novo estágio. Há muito mais dinheiro envolvido do que antes.

Algumas das grandes mentes criativas se transformaram em empreendedores ou gestores. Os clientes estão em busca de resultados, mais que nunca. Todos esses fatores estão levando o produto criativo a ser mais “seguro” e, me desculpem, mais previsível. Serão necessárias uma ou duas gerações, e possivelmente uma crise econômica, para voltarmos a ter uma comunicação realmente agressiva a criativa aqui na América Latina, como aquela que era produzida nos anos 90 e na primeira parte do século 21. Você precisa ter “sangue nos olhos” para ser realmente criativo e eu vejo pouca gente com sangue nos olhos em nossa indústria hoje.

2) Os clientes vão mudar?

Tanto os clientes globais como locais estão crescendo. O tamanho do negócio e do orçamento de marketing está crescendo. A qualidade dos seus profissionais está crescendo. Hoje basicamente não há diferença para um profissional de agência se relacionar com um cliente francês, americano ou brasileiro. As sofisticações são semelhantes. As ambições são semelhantes. Os medos também são. Dito isso, existem duas grandes questões que devemos tentar responder.

Primeiro: nossos clientes estão realmente abraçando a comunicação integrada? Minha resposta é sim e não. Sim porque podemos ver mais consistência e mais soluções de “media neutral” à nossa volta. Não porque a televisão ainda é a principal mídia, ainda dita a maioria das regras do jogo e a maior parte das soluções criativas. Somente quando o digital se tornar uma mídia de massa é que vamos ver o real desafio para o mercado dominante da TV. Não antes disso.

Segundo: nossos clientes estão realmente preocupados em medir o ROI (retorno sobre o investimento)? De novo, minha resposta é sim e não. Sim… em teoria. Todo mundo fala sobre isso. É o novo ícone da indústria de marketing. Se fala mais que o tema “digital”. Não… quando se fala seriamente em investir grandes somas em pesquisa e reunir dados para medir o verdadeiro ROI do orçamento de marketing ou de uma campanha específica.

Há curiosidade, mas também um pouco de medo de deixar que os dados levem a escolhas que supostamente deveriam ser subjetivas e baseada em talento.
Mas isso vai mudar, assim que o atual mercado for substituído por um mercado mais estagnado e quando a vantagem competitiva for cada vez mais importante. Nesse estágio cada dólar investido será medido e comparado com o que seu concorrente estará fazendo.

3) A agência tradicional está morta?

O atual ambiente competitivo, com redes globais como da McCann, joint ventures como da AlmapBBDO e agências locais como a Africa, vai se manter. A estrutura das agências e departamentos vai sofrer alguma transformação, mas nada muito radical irá acontecer.

A guerra pelos talentos vai continuar. Mas, duas coisas - isso nós todos sabemos – vão mudar. A remuneração por comissão vai acabar e os “fees” serão mais e mais importantes. Isso está sendo conduzido pelos clientes globais e tem influenciado as empresas locais. As antigas gerações odeiam, mas isso é um fato e é melhor aceitá-lo e aprender a fazer dinheiro em um ambiente mais transparente.

O digital também está claramente provocando mudanças, mas ainda é muito cedo dizer se elas serão boas ou ruins. Sabemos que há inovação do ponto de vista estratégico, a velocidade de execução é diferente, o modelo de negócio é completamente novo. Mas o triângulo entre a construção de marca do cliente, a busca do consumidor por um relacionamento com as marcas e o papel da agência em fazer esses dois se encontrarem, isso nunca vai mudar. Pelo menos é o que espero.

Luca Lindner é diretor regional do McCann Worldgroup para América Latina e Caribe.

Anvisa deixa de questionar a publicidade infantil

5/03/10

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu retirar-se da discussão específica da publicidade de alimentos direcionada ao público infantil. Há quase um ano, a Unidade de Monitoramento e Fiscalização de Propaganda e Publicidade do órgão planejava uma audiência pública que visava estabelecer novas diretrizes para a veiculação de comerciais e anúncios de alimentos - sobretudo, para aqueles destinados às crianças.

A atenção da Anvisa concentrava-se sobretudo nas campanhas de alimentos e guloseimas pouco saudáveis. De acordo com o órgão, era necessário rever se o apelo utilizado pela publicidade não estaria contribuindo para um estímulo ao consumo de guloseimas e itens pouco saudáveis - o que, segundo os índices de saúde nacional, vinha resultando no aumento da obesidade e do sedentarismo infantil.

Na ocasião, a revisão da publicidade direcionada às crianças fazia parte de uma proposta maior que, planeja abrir a discussão acerca da postura e dos motes das campanhas de alimentos. Depois desse período, porém, a Anvisa mudou o discurso, afirmando que não há a necessidade de se criar regras específicas para a publicidade de alimentos infantis, uma vez que os próprios anunciantes já se prontificaram a manter um controle dos comerciais e anúncios direcionados aos pequenos.

Ainda no ano passado, pouco tempo depois de a Anvisa ter levantado a questão, diversos fabricantes de alimentos - como a Nestlé, por exemplo - começaram a manifestar, publicamente, uma nova postura acerca da publicidade infantil. Algumas empresas assinaram acordos de não-veiculação de propaganda de alimentos que fosse direcionada diretamente às crianças e prometeram uma maior cautela na divulgação de itens do universo infantil.

A partir de agora, então, a resolução que iria regular a publicidade de alimentos voltada especificamente às crianças, foi retirada por completo da proposta da Anvisa. O assunto polêmico também ganhou bastante força por conta das entidades de proteção ao consumidor e da ala infanto-juvenil, que se posicionavam contra qualquer forma de publicidade alimentícia direcionada ao público infantil e jovem. (Com informações da Folha de S.Paulo)

4/03/10

Agências de MP de Curitiba pagarão menos ISS

4/03/10

As agências de Marketing Promocional de Curitiba pagarão menos ISS. O benefício foi confirmado por meio de decisão judicial pleiteada pela AMPRO. Com a sentença proferida pela 1ª Vara da Fazenda Pública, as agências poderão passar a descontar os fornecedores (e terceiros subcontratados) da base de cálculo do ISS pago mensalmente. A iniciativa propôs mandados de segurança junto a várias comarcas para reconhecer o direito das agências de recolherem o ISS apenas sobre a taxa de honorários ou receitas efetivamente advindas da prestação de serviços. Além dos honorários, as agências de Marketing Promocional eram obrigadas também a pagar o ISS sobre os valores repassados aos seus clientes como reembolso de despesas. No entanto, a Constituição Federal de 1988 e a Lei Complementar 116/03 determinam que a base de cálculo deste imposto seja o preço do serviço.

Investimentos globais em publicidade

1/03/10

Os investimentos em publicidade durante 2009 na América Latina tiveram um leve crescimento de 0,3%. Os Estados Unidos continuam na liderança com 35,4%, Europa Ocidental com 24,1%, Ásia Pacífico com 23,4%, América Latina em quarto lugar com 6,9%, Europa Central e do Leste com 6,2% e África e Oriente Médio com 4%. A América Latina foi o único continente que se salvou da retração durante 2009. (AdLatina)

Sinal do tempos

1/03/10

Em outros tempos não tão competitivos, os palestrantes convidados para os eventos empresariais em Joinville seriam apenas os especialistas em finanças, produtividade e downsizing. Agora o marketing – incluindo branding- e a criatividade ganharam espaço. Jonathan Mildenhall, vice-presidente global de Marketing Estratégico e Comunicação Criativa da Coca-Cola será um do astros da Expogestão 2010, de 18 a 21 de maio. (ComGurus)