Governo do Paraná é derrotado mais uma vez

9/03/10

O desembargador Luiz Mateus de Lima, da 5ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Paraná, concedeu liminar que suspendeu o pregão presencial que o governo do estado realizaria na tarde desta segunda-feira (08) para contratação de serviços publicitários. O magistrado acatou mandado de segurança da Associação Brasileira de Agências de Publicidade (Abap), capítulo Paraná, que alega a inconstitucionalidade desta modalidade de contratação de agências e contesta o valor previsto no edital na ordem de R$ 4 milhões, que não se enquadra na modalidade pregão. De acordo com a Lei de Licitações (nº 8.666/93), contratações de serviços acima de R$ 650 mil devem ser feitos por meio de concorrência pública.

É o quarto mandado de segurança impetrado pela Abap nestes últimos três meses contra o governo paranaense pelo mesmo motivo. Entretanto, somente a primeira e a última determinação judicial chegaram a tempo de impedir o pregão. De acordo com a determinação judicial, “a modalidade pregão, nas formas presencial e eletrônica, destina-se à contratação de bens e serviços de natureza comum, ou seja, aqueles com especificação amplamente reconhecida, como combustíveis, mobiliários, materiais de escritório, equipamentos médicos, serviços de limpeza, dentre outros, não abrangendo serviços de publicidade e propaganda, em decorrência de sua especialização.” Um comunicado emitido pela Secretaria de Comunicação Social do Paraná diz que a determinação judicial foi recebida a tempo e integralmente acatada pelo governo do estado.

O Sinapro/PR também moveu ações contra o pregão no estado, conseguindo - desde maio de 2009 - impedir o processo quatro vezes.Desde o início da gestão de Requião, o governo está sem agência oficial. Todo o material de divulgação é feito por meio de folhetos e jornal produzido pela Secretaria de Comunicação do estado, que é impresso na imprensa oficial e enviado à população via Correio. Alguns materiais são contratados de empresas de mídia pelas secretarias do governo, não ultrapassando o valor de R$ 8 mil, como é permitido por lei.

“As comissões vão acabar”

8/03/10

Artigo do diretor regional do McCann Worldgroup para América Latina e Caribe aborda o futuro da propaganda sob uma perspectiva latino-americana:

Quando me pediram para escrever sobre o futuro da propaganda, sugeri falar mais sob uma perspectiva latino-americana do que do ponto de vista do Brasil. Essa é a minha responsabilidade na McCann, minha principal experiência e pensamento, e creio que esse “olhar” regional poderia interessar mais ao leitor.
Vou tentar fazer isso focando em três questões:

1) Nós seremos mais ou menos criativos?

Todo ano nos perguntamos se a qualidade do nosso produto criativo vai melhorar ou piorar. Também olhamos para Cannes e para outros festivais globais para checar se a performance da América Latina, especificamente Argentina e Brasil, será melhor ou pior que no ano anterior. Apesar de representarmos mais ou menos 7% do mercado mundial da propaganda (e do PIB mundial) temos 10% ou 15% da premiação dos festivais globais. É muita diferença…

Minha percepção como consumidor que vê televisão, lê jornais e revistas, ou navega pela internet todo dia é que haverá menos trabalhos premiados, mas haverá um crescimento do padrão de qualidade na região. Por quê? O mercado e a profissão entraram em um novo estágio. Há muito mais dinheiro envolvido do que antes.

Algumas das grandes mentes criativas se transformaram em empreendedores ou gestores. Os clientes estão em busca de resultados, mais que nunca. Todos esses fatores estão levando o produto criativo a ser mais “seguro” e, me desculpem, mais previsível. Serão necessárias uma ou duas gerações, e possivelmente uma crise econômica, para voltarmos a ter uma comunicação realmente agressiva a criativa aqui na América Latina, como aquela que era produzida nos anos 90 e na primeira parte do século 21. Você precisa ter “sangue nos olhos” para ser realmente criativo e eu vejo pouca gente com sangue nos olhos em nossa indústria hoje.

2) Os clientes vão mudar?

Tanto os clientes globais como locais estão crescendo. O tamanho do negócio e do orçamento de marketing está crescendo. A qualidade dos seus profissionais está crescendo. Hoje basicamente não há diferença para um profissional de agência se relacionar com um cliente francês, americano ou brasileiro. As sofisticações são semelhantes. As ambições são semelhantes. Os medos também são. Dito isso, existem duas grandes questões que devemos tentar responder.

Primeiro: nossos clientes estão realmente abraçando a comunicação integrada? Minha resposta é sim e não. Sim porque podemos ver mais consistência e mais soluções de “media neutral” à nossa volta. Não porque a televisão ainda é a principal mídia, ainda dita a maioria das regras do jogo e a maior parte das soluções criativas. Somente quando o digital se tornar uma mídia de massa é que vamos ver o real desafio para o mercado dominante da TV. Não antes disso.

Segundo: nossos clientes estão realmente preocupados em medir o ROI (retorno sobre o investimento)? De novo, minha resposta é sim e não. Sim… em teoria. Todo mundo fala sobre isso. É o novo ícone da indústria de marketing. Se fala mais que o tema “digital”. Não… quando se fala seriamente em investir grandes somas em pesquisa e reunir dados para medir o verdadeiro ROI do orçamento de marketing ou de uma campanha específica.

Há curiosidade, mas também um pouco de medo de deixar que os dados levem a escolhas que supostamente deveriam ser subjetivas e baseada em talento.
Mas isso vai mudar, assim que o atual mercado for substituído por um mercado mais estagnado e quando a vantagem competitiva for cada vez mais importante. Nesse estágio cada dólar investido será medido e comparado com o que seu concorrente estará fazendo.

3) A agência tradicional está morta?

O atual ambiente competitivo, com redes globais como da McCann, joint ventures como da AlmapBBDO e agências locais como a Africa, vai se manter. A estrutura das agências e departamentos vai sofrer alguma transformação, mas nada muito radical irá acontecer.

A guerra pelos talentos vai continuar. Mas, duas coisas - isso nós todos sabemos – vão mudar. A remuneração por comissão vai acabar e os “fees” serão mais e mais importantes. Isso está sendo conduzido pelos clientes globais e tem influenciado as empresas locais. As antigas gerações odeiam, mas isso é um fato e é melhor aceitá-lo e aprender a fazer dinheiro em um ambiente mais transparente.

O digital também está claramente provocando mudanças, mas ainda é muito cedo dizer se elas serão boas ou ruins. Sabemos que há inovação do ponto de vista estratégico, a velocidade de execução é diferente, o modelo de negócio é completamente novo. Mas o triângulo entre a construção de marca do cliente, a busca do consumidor por um relacionamento com as marcas e o papel da agência em fazer esses dois se encontrarem, isso nunca vai mudar. Pelo menos é o que espero.

Luca Lindner é diretor regional do McCann Worldgroup para América Latina e Caribe.

Anvisa deixa de questionar a publicidade infantil

5/03/10

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu retirar-se da discussão específica da publicidade de alimentos direcionada ao público infantil. Há quase um ano, a Unidade de Monitoramento e Fiscalização de Propaganda e Publicidade do órgão planejava uma audiência pública que visava estabelecer novas diretrizes para a veiculação de comerciais e anúncios de alimentos - sobretudo, para aqueles destinados às crianças.

A atenção da Anvisa concentrava-se sobretudo nas campanhas de alimentos e guloseimas pouco saudáveis. De acordo com o órgão, era necessário rever se o apelo utilizado pela publicidade não estaria contribuindo para um estímulo ao consumo de guloseimas e itens pouco saudáveis - o que, segundo os índices de saúde nacional, vinha resultando no aumento da obesidade e do sedentarismo infantil.

Na ocasião, a revisão da publicidade direcionada às crianças fazia parte de uma proposta maior que, planeja abrir a discussão acerca da postura e dos motes das campanhas de alimentos. Depois desse período, porém, a Anvisa mudou o discurso, afirmando que não há a necessidade de se criar regras específicas para a publicidade de alimentos infantis, uma vez que os próprios anunciantes já se prontificaram a manter um controle dos comerciais e anúncios direcionados aos pequenos.

Ainda no ano passado, pouco tempo depois de a Anvisa ter levantado a questão, diversos fabricantes de alimentos - como a Nestlé, por exemplo - começaram a manifestar, publicamente, uma nova postura acerca da publicidade infantil. Algumas empresas assinaram acordos de não-veiculação de propaganda de alimentos que fosse direcionada diretamente às crianças e prometeram uma maior cautela na divulgação de itens do universo infantil.

A partir de agora, então, a resolução que iria regular a publicidade de alimentos voltada especificamente às crianças, foi retirada por completo da proposta da Anvisa. O assunto polêmico também ganhou bastante força por conta das entidades de proteção ao consumidor e da ala infanto-juvenil, que se posicionavam contra qualquer forma de publicidade alimentícia direcionada ao público infantil e jovem. (Com informações da Folha de S.Paulo)

4/03/10

Agências de MP de Curitiba pagarão menos ISS

4/03/10

As agências de Marketing Promocional de Curitiba pagarão menos ISS. O benefício foi confirmado por meio de decisão judicial pleiteada pela AMPRO. Com a sentença proferida pela 1ª Vara da Fazenda Pública, as agências poderão passar a descontar os fornecedores (e terceiros subcontratados) da base de cálculo do ISS pago mensalmente. A iniciativa propôs mandados de segurança junto a várias comarcas para reconhecer o direito das agências de recolherem o ISS apenas sobre a taxa de honorários ou receitas efetivamente advindas da prestação de serviços. Além dos honorários, as agências de Marketing Promocional eram obrigadas também a pagar o ISS sobre os valores repassados aos seus clientes como reembolso de despesas. No entanto, a Constituição Federal de 1988 e a Lei Complementar 116/03 determinam que a base de cálculo deste imposto seja o preço do serviço.

Investimentos globais em publicidade

1/03/10

Os investimentos em publicidade durante 2009 na América Latina tiveram um leve crescimento de 0,3%. Os Estados Unidos continuam na liderança com 35,4%, Europa Ocidental com 24,1%, Ásia Pacífico com 23,4%, América Latina em quarto lugar com 6,9%, Europa Central e do Leste com 6,2% e África e Oriente Médio com 4%. A América Latina foi o único continente que se salvou da retração durante 2009. (AdLatina)

Sinal do tempos

1/03/10

Em outros tempos não tão competitivos, os palestrantes convidados para os eventos empresariais em Joinville seriam apenas os especialistas em finanças, produtividade e downsizing. Agora o marketing – incluindo branding- e a criatividade ganharam espaço. Jonathan Mildenhall, vice-presidente global de Marketing Estratégico e Comunicação Criativa da Coca-Cola será um do astros da Expogestão 2010, de 18 a 21 de maio. (ComGurus)

Faturamento da mídia brasileira cresce 2%

24/02/10

O faturamento da mídia brasileira cresceu apenas 2,07% entre janeiro e novembro de 2009, em relação a igual período do ano passado (sem descontar a inflação), totalizando R$ 19,8 bilhões. O resultado foi apurado pelo Projeto Inter-Meios, que contabiliza o faturamento dos veículos de comunicação. A maior fatia continua, de longe, a da TV aberta, que fica com 60,7% da verba aplicada pelos anunciantes em compra de mídia. No período, o meio arrecadou R$ 12 bilhões, 5,7% a mais que no ano anterior. O maior índice de crescimento, mais uma vez, vem da internet: 23,3%, com faturamento de R$ 827 milhões. O share da web no bolo publicitário já chega a 4,2%, maior que o da TV por assinatura (3,7%) e bem próximo do rádio (4,5%). Este último manteve o bom desempenho dos meses anteriores, crescendo 8,6% em faturamento, o que representa uma verba de R$ 884,2 milhões. Já a TV paga cresceu apenas 0,5%, com R$ 726,4 milhões.

A maré não foi boa para jornais, revistas, guias e listas e cinema, que viram seus faturamentos encolherem entre janeiro e novembro. A maior queda, da ordem de 21%, foi no segmento de guias e listas (R$ 333 milhões), seguido de cinema, com 10,4% (R$ 71,6 milhões); jornais, com 9,5% (R$ 2,8 bilhões); e revistas, com 8,5% (R$ 1,5 bilhão).Já a mídia exterior se saiu bem, tendo faturado R$ 589 milhões nos 11 meses computados, quantia 11,7% superior a 2008. O meio tem 3% dos investimentos publicitários. Entre as diversas categorias que o compõem, destaque para o digital out of home, que cresceu 48% (chegando a R$ 81 milhões). Outdoor cresceu 9,2% (R$ 329 milhões); mídia móvel, 8,9% (R$ 24, 2 milhões); e mobiliário urbano, 5,4% (R$ 121,1 milhões). Na contramão, os painéis tiveram queda de 1,4% (R$ 34 milhões). (Relatórios | M&M)

Crise política paralisa publicidade oficial do DF

20/02/10

A comunicação institucional do governo do Distrito Federal está paralisada desde que foi decretada e executada a prisão do governador José Roberto Arruda e seu secretário de comunicação pouco antes do início do carnaval. O programa semanal de prestação de contas do governo, GDFTV, principal ação dentre os R$ 80 milhões anuais da verba oficial de publicidade, foi ao ar pela última vez no dia 6 de fevereiro. Deixou de ser exibido desde o sábado de carnaval. As agências que atendem ao governo local são a Agnelo Pacheco, AV Comunicação e Agência Nacional e têm contrato até fevereiro de 2011.

Apesar da nomeação de um novo secretário de comunicação, as agências aguardam pela definição do governador que irá concluir o mandato de Arruda, já que sua renúncia ou cassação por impeachment são dados como algo certo. De qualquer forma, independentemente de quem assumir o governo do DF, as campanhas institucionais não deverão voltar a pauta até o final do ano ficando restritas às ações de utilidade pública como prevenção à dengue e Aids, entre outras. O temor é que o clima provocado pela crise política atinja em cheio as comemorações pelos 50 anos de Brasília, em 21 de abril, com fuga de patrocinadores e artistas com receio em associarem suas imagens ao mau momento vivido pela capital. (MM)

Y&R mantém liderança com faturamento de 326,7 milhões

18/02/10

O Ibope divulgou o ranking de agências de janeiro de 2010. O volume de autorizações de mídia no mês foi de aproximadamente R$ 4,7 bilhões. O valor contempla o faturamento bruto de apenas 48 agências de publicidade, sem os descontos e outros formatos de negociação praticados pelos veículos de comunicação. No primeiro mês de 2010, o volume total deve ultrapassar os R$ 6 bilhões. A liderança permanece com a Y&R. A agência contabilizou no período cerca de R$ 326,7 milhões. A segunda colocação é ocupada pela Euro RSCG Brasil com R$ 143,8 milhões, resultado do flight da campanha “Cervejão” para a marca Nova Schin, conquistada no último trimestre de 2009. A DM9DDB chega em 3º com R$ 126,8 milhões, a Borghierh/Lowe em 4º com R$ 115,7 milhões, AlmapBBDO, em 5º, com R$ 111,8 milhões, JWT, em 6º, com R$ 11,2 milhões, Africa, em 7º, com R$ 107,2 milhões, Neogama/BBH, em 8º, com R$ 100,5 milhões, Ogilvy & Mather, em 9º, com R$ 97,7 milhões, e Z+, em 10º, com R$ 87 milhões.

Sobrevivência

16/02/10

“Se os empresários quiserem que suas empresas estejam vivas daqui a dez anos, vão precisar de agências competentes. Porque, qualquer que seja o cenário, as lutas pela predominância no mercado vão ser travadas nas áreas de tecnologia e comunicação.” (Julio Ribeiro)

Agencias belgas em greve por causa das concorrências

11/02/10

As maiores agências na Bélgica fecharam seus sites. É que estão em greve, contra o atual modelo de concorrência no país. Havia um acordo assinado nos anos 90 pelos que estabelecia que não mais de 3 agências deveriam ser convidadas para os ‘pitchs’ (apresentações em concorrências), atualmente entram até 10 participantes.Essas concorrências chegam a custar 80 mil euros por agência, e quanto mais agências entram no mesmo pitch, menor é a probabilidade de retorno porque os anunciantes não pagam esse investimento. Além da própria greve, outro fato novo são os sites interconectados para a publicação de uma carta de esclarecimento.(AdWeek)

Sinapro/PR suspende pregão para publicidade

10/02/10

A 4ª Vara da Fazenda Pública de Curitiba concedeu na segunda-feira 8 liminar, atendendo ao Sindicato das Agências de Propaganda do Paraná (Sinapro/PR), suspendendo processo licitatório do governo, com orçamento de R$ 4 milhões, para contratar agência de publicidade. A entidade entrou com mandado de segurança questionando a forma escolhida para seleção da empresa: pregão presencial. O pregão prevê a contratação de agência para intermediar a veiculação e divulgação de materiais publicitários do governo estadual. O Sinapro já acionou a Justiça quatro vezes desde maio de 2009 contra o modelo do pregão, alegando que a Lei de Licitações determina a seleção de agências (um serviço especializado) por concorrência, segundo a melhor técnica e preço.

O advogado da entidade questionou também o valor publicado no edital, alegando que a dotação orçamentária para a publicidade é de R$ 1,5 milhão. O edital informa que a diferença poderá ser suplementada, se houver recursos indicados “por ato do governador”. A Fenapro distribuiu comunicado em que divulga que apóia a decisão da Justiça. “A Fenapro e os Sinapros têm lutado contra esta forma de contratação/licitação, que não leva em consideração os aspectos de criatividade e técnica, e apenas preço”, declarou Saint’Clair de Vasconcelos, vice-presidente da Fenapro e presidente do Sindicato das Agências de Propaganda de São Paulo.Vasconcelos acrescentou que o governador do Paraná Roberto Requião não fez licitação para agências em seu mandato e realizou inúmeras tentativas de comprar publicidade por pregão ou outras formas, como a negociação direta com os veículos.

Agências catarinenses acreditam em bom ano para o setor

3/02/10

Empresários do estado acreditam num período de altos investimentos em marketing, estimulados pela volta de crescimento econômico e pelas eleições. A previsão da Associação Brasileira de Agências de Publicidade, a ABAP é que o mercado publicitário brasileiro cresça 12% em 2010. Em 2009, o crescimento foi de 7%. Segundo um levantamento do Instituto Mapa, o mercado publicitário catarinense já faz girar mais de 800 milhões de reais por ano, e a tendência é aumentar ainda mais. Por isso o otimismo é grande nas agências do estado. “Para o mercado as previsões são excelentes, pois será um ano de volta de crescimento econômico, de copa do mundo, de publicidade eleitoral, que atraem um volume muito grande de investimentos”, disse Rosa Estrella, diretora executiva da agência Fórmula.

Daniel Carlos Andrade de Araújo, presidente da D. Araújo e do Sindicato das Agências de Propaganda do Estado de Santa Catarina, também entende que 2010 será um bom ano para as agências do estado. “Santa Catarina deve crescer mais que o resto do país. Em 2009, a crise econômica mundial fez com que o mercado se fechasse para várias empresas exportadoras do nosso estado. Consequentemente elas começaram a investir mais no mercado estadual. Como a concentração de vendas destas empresas estava direcionada para a exportação, elas tiveram que rever suas estratégias de marketing, passando a priorizar então, o mercado interno. Assim surgiram novos anunciantes catarinenses”, concluiu Daniel. Por esse motivo, Daniel que será possível um crescimento de até 20% no investimento em publicidade do estado.

“As empresas catarinenses estão expandindo seus investimentos em marketing e queremos entrar nessa onda”, constatou Pedro Cherem, diretor de atendimento da Mercado Propaganda e Marketing, que prevê um crescimento nos investimentos em publicidade e propaganda por parte do setor industrial. A possibilidade de novas contratações também deve alegrar os publicitários catarinenses. Com uma maior movimentação de recursos, novas vagas poderão ser abertas nas agências, além de investimentos em novas tecnologias, o que torna o mercado cada vez maior e mais forte. (Rafael Hertel/MakingOf)

Dia do Publicitário

1/02/10